Terça-feira, 15 de julho de 2008 - 05h42
Tecnologia vem investindo em massa este ano com o aparelhamento de estações meteorológicas pelo Brasil e o reparo das que se encontram em estado precário de recebimento, armazenado e envio de dados aos centros de pesquisas que utilizam as informações em seus estudos.
Recentemente, o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) de Brasília informou a instalação de novas estações meteorológicas em diversos Estados, dentre eles, Rondônia, que terá até o final do ano, 8 estações meteorológicas automáticas em funcionamento, duas delas até o final do mês de julho, sendo uma em Vilhena e outra em Cacoal. Atualmente, apenas Porto Velho tem uma estação automática do instituto em funcionamento.
Outro importante grupo de pesquisas, o ELAT (Grupo de Eletricidade Atmosférica) do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgou que a rede de monitoramento de descargas atmosféricas no Brasil está sendo ampliada, com a instalação de novos sensores. O Estado de Rondônia também será contemplado com a reativação do sensor de raios instalado em Vilhena e mais adiante, com a instalação de novos sensores próximos a Porto Velho, em virtude da construção das usinas hidrelétricas.
Nesta semana, a REDEMET (Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica) deve começar a contar com mais uma estação meteorológica de superfície. Os dados meteorológicos observados em Ji-Paraná, no aeroporto José Coleto, serão repassados ao Comando por meio de operações codificadas, o chamado METAR, utilizado em todos os aeroportos de porte do mundo, no controle da segurança do tráfego aéreo.
A instalação da estação meteorológica foi concluída na ultima semana, segundo informou o diretor administrativo Antônio Carlos Crevelaro. Durante a construção, uma equipe do Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica de Manaus esteve fazendo os últimos ajustes na estação, que funciona em caráter do tipo Climatológica.
Tão breve, com o auxilio do Grupo Especial de Inspeção de Vôo (GEIVE), a estação de Ji-Paraná funcionará definitivamente como estação meteorológica de Aviação, assim recomendado pelas normas de segurança da Aeronáutica.
A reivindicação de uma estação meteorológica em Ji-Paraná é antiga por parte do grupo empresarial da cidade e pela população da região central de Rondônia que utiliza o transporte aéreo de um modo geral.
Várias foram às vezes em que pousos e decolagens tiveram de ser cancelados em virtude da má visibilidade na pista, mesmo com o auxilio de instrumentos. Durante os dias chuvosos, a falta de teto provocada pela cobertura de nuvens baixas dificulta e muito a visibilidade dos pilotos e por regra e medidas de segurança, quando não há equipamentos que ajudem no monitoramento do espaço aéreo, os vôos são obrigatoriamente desviados para outras localidades onde o tempo está bom ou oferece melhores condições de mecanismos.
A REDEMET já reporta em sua página na internet, dados de METAR dos aeroportos de Vilhena, Guajará-Mirim e Porto Velho, com dados de METAR de hora em hora aos usuários, sendo que em Vilhena e Porto Velho, além de estações meteorológicas em superfície, também há medição em altitude, feita por sondas de alcance, com balões que sobem até a alta atmosfera coletando dados de temperatura, ponto de orvalho, umidade e índices de instabilidade, essenciais para a previsão e monitoramento meteorológico de segurança.
A partir de agora, os dados de Ji-Paraná também farão parte da REMEMET, o que deve diminuir e muito, os riscos de cancelamentos de pousos e decolagens em virtude das condições meteorológicas.
Dados: Ascom/Aeroporto
Fonte: De olho no tempo
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