Sábado, 26 de novembro de 2016 - 12h34
José Romildo - Correspondente da Agência Brasil
A imprensa internacional repercute com destaque a morte do líder cubano Fidel Castro, aos 90 anos. A rede de televisão ABC News disse que Fidel colocou Cuba no cenário mundial e se tornou um ator de grande destaque mundial. Mas a emissora lembrou também que o líder cubano tinha inimigos e foi adversário de 11 presidentes norte-americanos durante o período em que eles ocuparam a Casa Branca.
A rede de televisão CBS News está transmitindo ao vivo a reação de uma multidão de exilados cubanos, que vivem há décadas nos Estados Unidos. Os cubanos estão reunidos em frente ao restaurante Versailles, em Little Havana, um bairro de exilados cubanos que fica em Miami, na Flórida. Eles entoam cânticos de Viva Cuba e acenando com bandeiras cubanas.
De acordo com a emissora MSNBC News, Fidel Castro desafiou os esforços dos Estados Unidos para derrubá-lo por cinco décadas. Segundo a emissora de televisão, Fidel costumava afirmar que sobrevivera a 634 tentativas ou conspirações para assassiná-lo, principalmente comandadas pela Agência Central de Inteligência (CIA) e por organizações de exilados que vivem nos Estados Unidos.
Segundo a emissora, os relatos de Fidel diziam que a tentativas para matá-lo incluíam pílulas de veneno, charuto tóxico, explosões e uma roupa de mergulho quimicamente contaminada.
Perigo de guerra nuclear
O jornal The New York Times deu destaque na primeira página à morte do líder cubano, afirmando que ele foi responsável por levar o mundo à beira da guerra nuclear. O jornal observou que Fidel ficou no poder mais tempo do que qualquer outra personalidade viva, com exceção da rainha Elizabeth II.
O jornal The Washington Post comentou que, embora Fidel Castro fosse amado por uma legião de seguidores, seus detratores o viam como um líder repressivo que transformou Cuba em um gulag (campo de trabalho forçado) de fato.
O jornal Los Angeles Times informou que o ex-presidente, que ostentava como marca uma barba desalinhada, desafiou o capitalismo mundial, mantendo o comunismo vivo no hemisfério ocidental duas décadas após a queda da União Soviética.
O jornal espanhol El País afirmou que Castro foi o último revolucionário mundial, tendo sido um líder autoritário ou tirano e, ao mesmo tempo, uma legenda internacional contra o capitalismo e a favor da população que nada tem para sobreviver dignamente.
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