Segunda-feira, 24 de novembro de 2025 - 11h20

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil
(CACB) apresentou em Belém (PA), durante a 30ª Conferência das Partes
(COP30), a Agenda Empresarial de Desenvolvimento Econômico e Sustentável
2030. O documento, elaborado pelo Conselho Empresarial da Amazônia Legal,
marca a atuação do associativismo empresarial na busca por uma economia que
respeite o meio ambiente sem renunciar ao avanço econômico responsável.
A proposta reúne metas e ações alinhadas aos compromissos assumidos pelo
Brasil no campo da transição energética, da proteção ambiental e da
bioeconomia.
A CACB representa uma das maiores forças coletivas do empresariado
nacional, formada por 27 federações, 2.300 associações comerciais e
empresariais e mais de 2 milhões de empresas. É uma organização multissetorial
que integra empreendedores de comércio, indústria, agropecuária e serviços, incluindo
profissionais liberais e empresas de diferentes portes.
Durante o encontro na capital paraense, a instituição reforçou o
protagonismo do setor privado na virada para uma economia verde ao apresentar
oficialmente a Agenda Empresarial 2030.
Durante o encontro na capital paraense, a instituição reforçou o
protagonismo do setor privado na virada para uma economia verde ao apresentar
oficialmente a Agenda Empresarial 2030. Entre os nomes que fortalecem esse
movimento está Marco César Kobayashi, que já integra a vice-presidência
do Sebrae em Rondônia e secretário-geral da CACB. Ao lado dele, outras
lideranças de Rondônia também integram esse cenário, como Cícero Noronha,
atual vice-presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do
Estado (FACER) e Conselheiro do Sebrae, Carlos Eduardo Sakagami,
diretor técnico do Sebrae em Rondônia, reforçando a presença rondoniense nas
discussões nacionais sobre desenvolvimento sustentável e competitividade
empresarial.
A iniciativa busca equilibrar crescimento econômico e conservação
ambiental em sintonia com o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável. Entre os pontos centrais estão a regulamentação do Sistema
Brasileiro de Comércio de Emissões previsto na Lei 15.042 de 2024, a criação de
incentivos fiscais verdes como IPTU Verde e ICMS Ecológico, o fortalecimento da
logística reversa e da coleta seletiva previstas na Política Nacional de
Resíduos Sólidos e a promoção de educação ambiental voltada às empresas de todo
o país.
A agenda também incentiva a valorização de produtos da bioeconomia
amazônica com estímulos à exportação, a inclusão social por meio do projeto CEP
Para Todos Amazônia e a transição energética justa com apoio a combustíveis
renováveis.
Nesse cenário nacional, instituições regionais como o Sebrae em
Rondônia ganham papel fundamental para transformar diretrizes em
resultados concretos. A atuação do Sebrae se conecta à Agenda 2030 ao oferecer
capacitação técnica, consultorias e programas voltados à sustentabilidade empresarial,
contribuindo para que micro e pequenas empresas se adaptem às exigências
ambientais e aproveitem incentivos fiscais verdes.
Em um estado inserido na Amazônia, a instituição também fortalece
cadeias produtivas da bioeconomia, apoia negócios inovadores de impacto e
articula empreendedores locais com iniciativas de educação ambiental e projetos
de baixo carbono. Sua presença regional o torna elo estratégico entre as metas
nacionais da CACB e sua aplicação no cotidiano dos empreendedores rondonienses.
Como parte das ações apresentadas, foi firmado o Memorando Empresarial
de Belém, que estabelece compromissos até 2030 para consolidar práticas
sustentáveis no setor privado. O documento prevê cooperação nacional e
internacional, parcerias financeiras e técnicas e mecanismos capazes de ampliar
investimentos em negócios verdes. A vigência inicial é de cinco anos, com
possibilidade de prorrogação, e o foro definido é Brasília.
Ao representar mais de 2 milhões de empresas e articular redes como o
Sebrae em Rondônia e as associações comerciais de todo o país, a CACB reforça
sua posição como agente central da pauta climática brasileira. A iniciativa
fortalece a imagem do Brasil como referência em energias renováveis,
biocombustíveis e agricultura de baixo carbono.
A Agenda Empresarial 2030 demonstra que sustentabilidade não é apenas
uma obrigação regulatória, mas uma oportunidade estratégica para inovação,
competitividade e fortalecimento do setor produtivo.
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