Terça-feira, 21 de abril de 2026 - 14h36

Os sócios do Tayayá
jogaram *osta na Geni. “Não me chame para a dança, eu sei dançar” disse um. “Isso
pode levar à inelegibilidade” fez o outro puxando toda corte para dançar com
eles, os nominados Gilmar, Moraes, Toffoli e o Gonet no relatório da CPI do
relator Alessandro Vieira onde delitos e seu autores são descritos. Ora, a Corte
nos deve prestação jurisdicional técnica e não favores, óbulos ou proteção a
indigentes como esta lenga-lenga destemperada do Gilmar para Vieira e Zema. O relatório da CPI estava em votação e a grita
no STF já se fazia ouvir. Rejeitado, ainda assim foi considerdo ofensivo e aí
indago. Sendo um absurdo ofensivo, por que foram trocados dois senadores que
eram votos pró relatório? Por que ameaças e aí sim, não só ao Senador Vieira, mas
ao Congresso? Ministros intocáveis, acima da lei? Ora, apesar da vitaliciedade eles
não possuem escrituras de propriedade de seus gabinetes e diferentes do papa,
infalível por ex-cathedra, ministros erram e até por isso falam em colegiado, são
fiscalizados diz a constituição e precisam prestar contas. Escolhidos para
prestar um serviço público com base notável saber jurídico e conduta ilibada,
será que ficaram estupidificados com o poder efêmero?
1.1- O caminho da obliteração
histórica

Não é só Gilmar com sua fala “lá no meu Mato
Grosso”, é a humilhação e redução constantes da parte, seja ela o indiciado ou advogado,
mas sempre um “inimigo da corte”, que virou casta inatingível que tudo pode e
até pode o impossível, o proibido, o criminoso como se vê agora. Como vencer
aquele que é superior à lei e ao povo? É da natureza do sociopata o “gaslighting”,
termo vindo da peça Gas Light de 1930. “Gaslighting” é o ato de cruel
manipulação psicológica deliberada, contra alguém para distorcer informações, apagar
fatos positivos e trazer situações degradantes que fazem a vítima duvidar da sua
memória, percepção, sanidade. É desqualificar o adversário, para atingir a sua
honra ou moral, como neste caso do senador Vieira em que o ministro Gilmar vai buscar
o passado dos que tenham pensamento igual, como o ex-PGR Janot, Moro e Deltan e
com dolo, para ameaçar e incutir medo. Na psicologia o “gaslighting” flerta com
feridas narcísicas. O agressor se vê atacado em seu âmago ao sentir que aquela
imagem que construiu para sí é ameaçada, ainda que não de público. Na nossa
Supimpa Corte, os exemplos são constantes e os seus “potes até aqui de mágoas” enriqueceriam
bastante a obra de Freud.
1.1- Marcelo Go Home! Don't come back again!!!

O ICE, órgão Duzêua, pegou
Ramagem, ex-diretor da Abin e a festa da “izquierda” virou a noite pelas redes sociais,
nas notas oficiais, entrevistas camaradas das TVs companheiras. O julgamento
foi precipitado como soe. Até o profeta de Garanhuns meteu pé e disse que era
uma ação internacional coordenada da PF e do ICE. Mas era mentira pra variar. Dois
dias de reggae, fuzuê e Ramagem foi para casa, pois Uzêua descobriu que o delegado
PF Marcelo Ivo Carvalho passou a fita errada ao ICE- que gelada sêo Ivo e
Ramagem foi em cana. O mané atuando ilegalmente Nuzêua levou o Ice ao erro o
que é um perigo. Volto a novembro quando a PF deu um bacu na esposa de Ramagem e
pegou dados que iriam servir para monitorar o foragido brasileiro em outro
país, o que é crime Nuzêua. Já em casa Ramagem por vídeo contou o rolo e a
coisa seguiu em modo “peraí cheiroso”. Ivo ganhou um pé na bunda, uma banda da
PF ficou na mer(*)a e Lula ameaçou reciprocidade. Além de não ter ficado bonito
ainda ficou feio pra caraca. Putos com os brazukas, Uzêua publicou: “Nenhum estrangeiro pode manipular nosso
sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto
prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos
que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso”.
Mas que ca(*)ada braba véio.
1.1- 14 anos de prisão por um pix de
R$500,00...

O que fazer quando a
corte com todos ministros e PGR decidem sobre dois casos que envolvem doações
em dinheiro? De um lado, 500 paus emprestados via pix a um manifestante do 8/1
em Brasília. Do outro 129 milhões pagos ao escritório da família de um dos
juízes que julga as duas causas. Explico: Alcides Hahn, 71 anos, empresário de
imóveis passou um pix de R$500 como ajuda para pagar o ônibus que levaria manifestantes
do 8/1. Longe de Brasília e anos depois, Alcides pegou 14 anos de cana por associação
criminosa, golpe de estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito,
dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Pouco antes desta
condenação um terremoto abalou o Brasil e lá estava o escritório da família do ministro
que moeu o Alcides. R$129 milhões saíram das mãos do Vorcaro para o escritório
de esposa do tal ministro. Até hoje não há sequer denúncia sobre o fato e o que
se vê é a operação abafa e ruídos. Alcides não foi a Brasília, mas sifu de verde
amarelo, as cores da nossa democracinha de araque.
1.1- Água batendo na (*)unda

Um "redesenho
normativo do sistema de Justiça". Quando a água bateu na linha glútea
surgiu a fórceps a proposta para mexer no Judiciário by Dino. “Decorridos 22 anos da última Reforma,
creio ser o caso de realizar um novo ciclo de mudanças constitucionais e
legais, mediante a participação dos órgãos integrantes do Sistema de Justiça e
entidades representativas dos seus membros", disse ele em artigo com
a proposta. Gostei de alguns itens, torci a cara para outros, até por achar que
para mudança na estrutura de qualquer Poder e preciso seguir a Constituição ouvindo
o Congresso, representante da sociedade, mormente nesta quadra em que o
Judiciário detém rédeas, esporas e o rebenque para fustigar o “impávido
colosso”. Consertar-se a si mesmo após anos de truculência e deboche é difícil.
Vejam o caso recente com o jornalista Luiz Pablo que denunciou o Dino por uso
irregular de veículos no Maranhão. Ou se faz a coisa certa, ouvindo a sociedade
representada no parlamento ou será só uma demão de tinta. O artigo do Dino pode
ser o ponto de partida, mas não é a receita única do chef. Veja toda proposta aqui.
1.6-Fim de papo

Zema é um osso duro de roer e resolveu encarar
Gilmar Mendes num campo que ele odeia. Ao explorar o humor, Zema provocou a onça
mato-grossense. Arre égua.
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