Terça-feira, 16 de dezembro de 2025 - 10h20


O Brasil tem um novo Dia do Fico, mas às avessas. “Se
é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que a Magnitsky
do Moraes está no foguete do Elon Musk – logo ele – e só volta para o STF se os
sancionados não fizerem o dever de casa, ou se o Brasil não cumprir o acordo proposto
e aceito “peluzêua”. Manda quem pode, quem tem grana e chumbo e como nada tem,
Lulex está mais fraco que denúncia de Gonet. Fato: Morais penava com o peso da Magnitsky nas
costas e o Laranjão aliviou. Foi grana entrando, dono da mercearia feliz pois
vai receber o fiado, e Morais rindo mais do que filho de costureira em véspera
de festa. A esquerda em festa repetiu Jeca Tatu “conheceu papuda?” esquecendo
que nem tudo que reluz é ouro. Há um fato passado como erroneamente de “verdade”, há uma narrativa para
envernizar tal “verdade inconteste” e há os acordos. Países não tem amigos, tem
interesses e tem banqueiros. Que país ajudaria outro a troco de nada, salvo nas
tragédias? Ainda assim a fatura vem com acordos de cooperação, para quitar a
ajuda. Um banqueiro brazuka sutil como uma leoa faminta e fino como uma hiena
comendo, levou cinco pontos para findar a “nuzêua”. Coisa de “profissa”. A Faria Lima gostou, a conta ficou para o STF
e Lula, Xandão feliz como um bebê repete “dadá-Dedé”, vem aí a redução das
penas, a eleição de 2026 e essa história de esquerda, direita, Magnitsky, direitos,
Bozo e Lula é somente pó. E haja pó...
1.1- O Brasil é a bola da vez

A Venezuela já foi, o México também e o Brasil é a
bola da vez. A guinada do Brasil à esquerda, a liderança no Foro de San Pablo e
a boa relação com Brics, levaram o Laranjão a tomar cuidado para não espanar a
rosca. Bastam Cuba e Maduro para dar dor de cabeça. Trump reinventa a Doutrina
Monroe como base da Estratégia Nacional de Segurança, saindo da Europa e Oriente
e focando no América Latina, tráfico, migração, crime organizado, reorganização
da Venezuela, o comercio com China, Brics, business e política. Martin De Luca,
que advoga para Trump explicou o recuo das sanções da Magnitisky: “Sanções não
são um fim em si mesmas. São uma forma de pressão para produzir mudanças. Autoridades brasileiras vêm tentando negociar com seus
interlocutores nos EUA. A recente votação na Câmara e outras medidas foram
passos visíveis, mas não únicos. O que vem a seguir dependerá de saber se
essa correção de rumo será real”. Na mesa o Laranjão tem a tacada e
analisa como encaçapar a bola Brasil. Para o Zé de Nana, “matando ou não o jogo
foi jogado está perdido para o Brasil e a grana na caçapa é do gringo”.
1.1- Democracinha ou terras raras?

“A democracia é relativa” disse
Lula na defesa do Maduro. Por óbvio, eleição idem, com base em sua própria
contra Bolsonaro. O brazuka comum passa batido e não se liga pois o relativismo
não paga boleto e não mata sede. O direita politizado rasga a canela dos
canhoteiros que por outro lado vêem o Brasil como o espetáculo de democracia,
de economia, de imprensa livre e seguem o Lula tido como o “bicho da goiaba” no
universo, no verso, reverso e no subverso. Para Trump e boa parte das nações o
Brasil é aquele lugar exótico das terras raras que os gringos miram. Sobre
terras raras, dizem e eu não creio, que para salvar Xandão Lula as teria dado e
Trump teria ficado “digrátis” e além disso imposto quatro acordos para para
limpar a cara do STF, promover a liberdade de imprensa, das redes sociais e no
domingo algo confirmado pela embaixada americana, ao saudar a dosimetria das
penas e o silêncio do governo sobre o assunto. É claro que pontos foram negociados
e um em particular jamais será reconhecido: ajustar a “democracinha relativa” inventada
por Lula para que eleições não deixem margem para suspeitas sobre o resultado. Aí
quem vai ligar para terras raras, carne, açai, manga e café com eleição limpa? Até
pintou algo sobre facções, mas acho que “UZeua” nada falou. O Brasil que s vire
e se quiser armas o Laranjão vende, municia e treina. Cá pra nós, negócio da
China. Faltou algo? Sobre “democracinha”, a gente fala na próxima eleição e
ainda que seja igual a anterior iremos lutar por mais transparência. Nossa urna
é infalível, nossa democracia é incrível, nossa justiça implacável e nosso país
invejável. Vixi!!!
1.1- E o Chile dos canhoteiros?

Domingo à noite o mapa ideológico da América do Sul
sofreu uma modificação que deixou os canhoteiros latinos ligados ao Fôro de San
Pablo de orelha em pé. Nada mais de Galeano, Castro, Chavez e o controverso Che
Guevara. As agremiações de esquerda endureceram, perderam a ternura e partiram para
o narcotráfico, para a cultura woke, descobriram que a beleza burguesia fede
mas Chanel nº 5 perfuma, esquecram o proletariado e sentiram “a força da grana
que ergue e destrói coisas belas”, mas os bolsões de miséria existem e se
aprofundam como soe. Os radicais ainda leem a cartilha e sempre anacrônicos,
até acreditam que o homem foi à Lua, que o muro ruiu e o capitalismo selvagem
sequestrou o comunismo chinês. A sua sua cartilha porém só vai até a página 14,
onde a vida parou. Agarrados aos velhos ídolos e conceitos ouvem e não entendem
Belchior cantar que o novo sempre vem.
1.1- Fim de papo

Acho-te uma graça Pafúncio, dizia a fofoqueira de
“A Praça é nossa”, quando Silvio Santos comandava com mão de ferro seu SBT. Ao
abrir outro canal de TV – quem quer dinheiro? – o SBT fez o que sempre fez
apoiando todos os governos do país. Na ditadura de “A Semana do Presidente”
rivalizava com “Amaral Neto, O Repórter da Globo. Era SBT e Globo numa fe$ta
semanal: um fazia o fogo, o outro a picanha e o governo dava linguiça. A
lacração era restrita, mas hoje é “imparável, imorrível e imbrochável: a
Revista Oeste que demitiu o Silvio Navarro e o SBT “agora sob nova direção” estão
apanhando mais do que tapete em dia de faxina. Que coisa...
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
60% ou 6 em cada 10 não confiam no STF
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