Terça-feira, 31 de março de 2026 - 10h20

Dia de falar de
ditaduras. A militar e a da toga, as duas indefensáveis. Disse Pedro Malan: “até
o passado do Brasil é incerto”. O “gigante pela própria natureza” que agride a
própria, roncava com a lavajato, petrolão, mensalão e na quinta feira seus os
seus cuidadores lhe aplicaram soníferos para que ele que não soube do roubo do
INSS não visse o fim da CPMI que fuçava a lama. Ficaram lições no Congresso e nos
alentados votos proferidos com um vergonhoso destemor por 8 guardiões da Constituição.
Do BOPE vem a voz do Nascimento dizendo que o “o sistema é f*da” e é mais que
isso. O establishment não dorme para manter o povo e o gigante em sono profundo.
A operação do tipo “pare-siga” montada e tocada pelo STF parou a prorrogação da
CPMI do INSS numa sessão que assim como tudo no Brasil, era previsível, tanto quanto
as “caras e bocas” e “tabelinhas” de ministros. Consta que um acordo fez a
parte do siga, devolvendo ao lar, Bolsonaro. Fim de papo, 8 votos da tchurma do
“deixa assim que tá bom”, dois votos do André e do Fux. Aventurem-se nas entrelinhas
sobre o que não foi dito ou não foi escrito e vejam os pesadelos e os sonhos incertos
e previsíveis do país que desde 1500 é uma incógnita sobre o futuro e o
passado, pois até o local e a data do descobrimento continuam incertas.
1.1- Congresso Nacional: esgoto
político

Hora de falar do Congresso. No fim de semana a
descarga de privada foi acionada e de la´saiu uma dupla de congressistas jogando
dejetos sobre um colega, o relator da CPMI, Alfredo Gaspar. Mas como gatos
escondidos, esqueceram os microfones ligados e a marmota surgiu. Era uma
denúncia de um crime pesado que envolvia uma garota, menor de idade da família
do deputado e a acusação foi de estupro e incesto. O caso vai desaguar no
Conselho de Ética segundo Gaspar e sua reação acima do tom ao rebater as acusações
foi num nível de envergonhar um gerente de biqueira. Já no sábado a suposta
vítima postou um vídeo mostrando o resultado de um exame de DNA com o nome do seu
pai, que é um primo do deputado. Real ou não, o fato traz o produto não
legislativo do Congresso que deveria estar contido em fossas sépticas ou estações
de tratamento de esgoto e com isso expondo o nível dos nossos congressistas regiamente
mantidos pelo povo. O caso é nojento.
STF em modo contenção de danos e de vazamentos

Enquanto o Congresso
Nacional deixa vazar o chorume nos salões - o seu próprio e o do Executivo -
ali bem perto o STF mantem sua podridão fétida, a própria e a de seus anexos e
puxadinhos em modo de contenção para evitar o odor, fechando ralos e buscando culpados.
Refiro-me à contenção como o ato de barrar e impedir que o esgoto se espalhe
pelos salões de mármore e não à autocontenção que é a postura do juiz ou do tribunal
atuando no expresso limite da lei, algo dito à exaustão pelo ex-ministro Marco Aurélio.
Nem resvalo na ideia do ministro Fachin, que vê a criação de um Código Ética
como imperioso, mas dispensável. Lembro que o ministro Dino vê o STF como um
clube de futebol e para jogar nesse time o jogador deve ter além do saber
jurídico notável, a reputação ilibada, mínimo que se espera de todo servidor público.
Um juiz deve ser puro, probo, ter excelente conduta, mas nem sempre isso ocorre,
fruto até da forma de indicação política, não técnica e da sabatina adulatória.
Disse Tom Jobim que o Brasil não é para principiantes, mas aí surge um André Mendonça que com seu
profissionalismo escangalhou o STF apenas levando o plenário a votar de forma colegiada.
E aí a vaca abrejou-se.
1.1- O Aurélio e a polarização
ideológica

Primeiro são palavras
aqui e dos lacradores que entram nas redes em discursos dos seguidores e são depois
abduzidas por narrativas. Um dia a palavrinha que nada significava se
transforma no pilar para a ideia jerical que aduba uma ideologia de direita ou
esquerda. Assim nasceram propostas para o embate sobre natureza, ONGs, vacina,
anti-vacina, liberação de drogas que deram origem a políticas e leis. Loucura
de todos, toda e todes, pessoa que gesta em vez de mulher, transfobia, fascismo,
genocídio, comunismo, feminicídio, judicialização da política, politização da
justiça, homofobia e a coisa velha ganha jeito novo. Misoginia é a da vez, numa
tentativa de igualá-la a racismo. Já buscaram igualar crime militar de injúria
racial ao racismo e do jeito que a coisa vai com a “tchurma do Maria vai com as
outras” aceitando a ditadura disfarçada de linguagem, ficará cada vez mais
difícil nossas relações pessoais, nas redes, no trabalho, família, etc. Até humoristas
como Diogo e Leo Lins estão chiando. O politicamente correto é uma idiotice e chata
pra caraca.
1.1- A infidelidade ao alcance de
todos

Trair e coçar é só
começar, afirmou Marcos Caruso. Pedro da Ascron entendeu a lição, fez do seu
desgosto o gancho para abordar o tema com leveza e levou toda Rondônia a
segui-lo, distribuindo carteirinhas de corno aos infelicitados no amor. Mas a
infidelidade não existe só nas relações de casais. Na política ela é prevista
em lei – se a moda pega adeus casamentos eternos – e a “tchurma do querumeu”
está louca para trair não por amor a alguma sigla, grupo, ideia ou ideologia,
mas por pragmatismo ou se preferem o papo reto do Zé de Nana por amor à bufunfa,
à grana, larjant, cascáio. E a grana a ser rachada é parruda. Os partidos estão
à caça de membros e em especial quem tem mandato federal, pois a rachachá se dá
pelo tamanho das bancadas, da quantidade de votos em 2022 e da tal “retotalização
até 1º de junho de 2026”, segundo diz o puxadinho do STF, o dispensável,
burocrático e caro TSE, lá ele. A grana total para este ano do fundão eleitoral
é de R$5 bilhões. E eu preocupado com imposto, conta de luz e o feijão com
arroz. Dureza mano...
1.6-Fim
de papo

A Caixa Econômica Federal, aquele banco estatal que
suga a grana do pobre com a promessa de que o miserável vai virar triliardário
e que anda mais desacreditado que promessa de político vai ter sua própria plataforma
de apostas e invadir a praia do Tigrinho e bets de Virgínia, Vini, Neymar, Zico,
para financiar segurança, saúde, ensino como um Robin Hood às avessas, tirando
do pobre para dar aos ricos pois transparência é tudo que não se vê quando o
estado gerencia algo. Sem melindres, se é para criar jogatina que sejam abertos
os cassinos e se legalize o jogo do bicho.
Terça-feira, 31 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
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