Quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025 - 14h54


Em 2015, fruto do debate entre
empresários surgiu a ACEP-Lidero objetivando pensar o município e a cidade de Porto
Velho com foco no empreendedorismo, associativismo e inovação para promoção de
negócios, buscando as soluções ideais no âmbito público e privado para o futuro
da nossa capital. O seu teste de fogo se deu na pandemia quando bateu de frente
com o poder público para evitar lockdowns, apoiando lojistas e pequenas
empresas que corriam o risco de naufragarem. Foi um tempo difícil, mas que
temperou a ACEP para novos desafios e o maior deles, crescer às suas próprias custas,
oxigenar a direção passando o bastão para o presidente Valdir Vargas sob a
inspiração de Zogbi e Pellucio que montaram com amigos a Acep-LIDERO. Vida
longa à ACEP!
1.2-
Fala mansa
Em 2015, fruto do debate entre
empresários surgiu a ACEP-Lidero objetivando pensar o município e a cidade de Porto
Velho com foco no empreendedorismo, associativismo e inovação para promoção de
negócios, buscando as soluções ideais no âmbito público e privado para o futuro
da nossa capital. O seu teste de fogo se deu na pandemia quando bateu de frente
com o poder público para evitar lockdowns, apoiando lojistas e pequenas
empresas que corriam o risco de naufragarem. Foi um tempo difícil, mas que
temperou a ACEP para novos desafios e o maior deles, crescer às suas próprias custas,
oxigenar a direção passando o bastão para o presidente Valdir Vargas sob a
inspiração de Zogbi e Pellucio que montaram com amigos a Acep-LIDERO. Vida
longa à ACEP!
1.2-
Fala mansa

Na Câmara dos Deputados o novo presidente Hugo
Motta pisa entre cristais com pautas que desagradam a gregos e troianos. É
tempo de muita conversa sobe cargos, verbas, emendas, revisão de promessas
feitas e acenos à direita, esquerda, senado e aos dois poderes da república. De
imediato o presidente mandou um recado que a praça é dos três poderes e não de
um só ou de dois. Foi o pé na porta para conter a avassaladora onda que varreu
o congresso até agora com o consórcio de governança que atropelou o congresso.
A primeira fala, porém, foi mansa. Ele precisa que o “ministro para assuntos
lulísticos no STF” libere as emendas e só Lula tem o poder de dizer a Dino o
que fazer.
Fala mansa II

Davi Alcolumbre possui algumas características
ideais para presidir o Senado nesta quadra difícil da vida nacional: é cria do
Sarney, já comandou o Senado derrotando o ex-poderoso Renan, é afável no trato
com seus pares e é brando nas negociações com líderes e com aqueles que estão
acima do seu posto de senador, sem imprimir a marca da presidência do
Congresso. Melífluo, foi com o Presidente da Câmara, Hugo Motta visitar o
presidente do Executivo, gesto que pode ser entendido como cortesia, mas o
pires estava na mão e a sua fala foi mansa. Ambos querem que Lula dê ordens a
Dino para liberar as emendas que fazem parte do pacote de promessas para
obtenção das carretas de votos no Senado e Câmara do Deputados. Em troca uma
estrada bem pavimentada para os projetos do nanico PT e o “comandante em chefe”
que fala grosso.
1.2- Saúde doente

Chegaram os ninjas do SUS para
avaliar a saúde do município de Porto Velho, em emergência pública desde 27 de
janeiro. “Quando é decretada situação de emergência na saúde pública, a gente
tem que resolver a ação rápido. A gente precisa entender quais são as dores da
população, chegar ao problema, quais as dificuldades da gestão para a equipe
estabelecer um plano e a partir de então trabalharmos juntos”. Para quem
imaginou apenas os gastos sem licitar, a ideia parece ser, de verdade, resolver.
Pouco sei da Força Tarefa e é preciso conhecer antes de falar. Mas, que tal o
governo do estado se encaminhar paa a linha da prefeitura? Afinal o que é bom
para Porto Velho é bom também para Rondônia. Que tal levantar as demandas para destravar
as filas da regulação por exemplo. É óbvio que uma coisa tem a ver com a outra.
É preciso entender como funciona e o que podemos receber no sistema tripartite.
Né de mermo?
02- Não é o dono do posto pô! É o governo!

De novo a velha cantilena. As TV’s brazukas cada
vez que há alteração nos preços de combustíveis convidam para explicar o
porquê, um economista, um motorista de caminhão e o presidente do sindicato de
postos de combustíveis e as respostas se sucedem. De novo vamos falar de
cartel, ganância do dono do posto e de novo vamos falar mal do governo. A
cantilena dura uma semana, mas pode ser mais, se os caminhoneiros empinarem a
carroça e decidirem paralisar o transporte rodoviário no país. Contudo, nem
isso resolve a questão. O combustível é atrelado a fatores que são uma reação
em cadeia. O petróleo é negociado em dólar e o preço é determinado pela curva
de oferta e procura; os impostos são uma parte relevante do preço final, o
sistema de distribuição é contraproducente pois queimamos combustível para transportar
combustível e somem-se as igrejinhas sindicais que existem no sistema. Estatal.
É a treva.
03- Penúltimo
pingo

Que coisa... Segue agora mais calmo o baile no CPA que
estava um fervo só e caminhando para o final. Os pares continuam os mesmos, a
banda continua executando os velhos dobrados e a farra que se esperava aparentemente
está contida. Distender é da política. Às vezes parece que tudo vai pelos ares,
às vezes o pino da granada é retirado e às vezes o melhor é guardar a granada
pois os estilhaços podem fazer um estrago a rodo. Strike por que? Que coisa...
Sábado, 28 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
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