Porto Velho (RO) quarta-feira, 18 de setembro de 2019
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Opinião do internauta: 'Veja que barbaridade!'


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Prezado Leo Ladeia:

Boa tarde!

Veja que barbaridade! Um absurdo deixarem chegar a esse ponto, afinal estamos na Capital de um importante Estado brasileiro como é nossa querida Rondônia. Aliás, tal quadro é inadmissível em qualquer cidade brasileira. Nossa gente merece mais respeito por parte dos nossos governantes. Lamentável, isso. Sinto até vergonha de me dizer brasileiro numa hora dessas. Se o problema fosse dinheiro... mas não é, pois estamos entre os países onde mais se cobra e arrecada impostos da população. Isso não pode continuar assim. Situações deploráveis como essa mostrada nas fotos anexas não são raras em nossa cidade, e o risco de acidentes (com vítimas fatais, inclusive) é imenso. Fiquei indignado ontem à noite ao passar de carro pelo local; custei a acreditar no que vi, e jurei a mim mesmo que, como cidadão que paga seus impostos em dia (quitei ontem meu IPTU + TRSD de 2012), voltaria lá hoje cedo para fotografar aquele cenário surreal, já que apenas contando muitos poderiam não acreditar.

As fotos foram, portanto, tiradas hoje, 1º de fevereiro de 2012, entre 7h30 e 8h00.

Trata-se do trecho em mão dupla da Rua Tenreiro Aranha situado entre as ruas Almirante Barroso e Jacy-Paraná, próximo ao centro da cidade e ao Colégio Dom Bosco (este, no alto à esquerda, muro laranja).
 

Notas:

1) Durante o período letivo (que ainda não teve início em 2012) o tráfego nesse local aumenta substancialmente, incluindo dezenas de alunos que vão a pé para o colégio;

2) Aberta a temporada 2012 de caça municipal ao dinheiro do contribuinte (IPTU+TRSD) – melhor pagar em dia, para não arcar com multa + juros + correção monetária;

3) Batido, pela enésima vez, o recorde da arrecadação de impostos no Brasil (ao que tudo indica, o “impostômetro” terá de ser substituído muito em breve, pois há quem diga que seu painel digital não comportaria nem um zerinho a mais à esquerda da vírgula decimal);

4) Fotos sem legendas. Motivo: inexistência, no léxico, de palavras apropriadas para descrever as cenas;

5) Nas duas últimas fotos percebam a perplexidade do cachorro diante do que vê. Nem ele, pobrezinho, acredita... é surreal demais, até para os olhos de um cão acostumado à rudeza das ruas!

Tasso Rossi
(cidadão brasileiro, residente em Porto Velho há mais de 28 anos)

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