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Torcedores fazem a festa no metrô a caminho do Maracanã


 
Akemi Nitahara
Agência Brasil

O metrô do Rio de Janeiro é responsável pelo transporte de mais da metade dos torcedores que vão ao Estádio do Maracanã assistir aos jogos da Copa do Mundo. No último sábado (28), cerca de 46 mil pessoas utilizaram o meio de transporte depois do jogo entre Uruguai e Colômbia. A capacidade do estádio é 74 mil pessoas.

Embarcando na estação Cardeal Arcoverde, em Copacabana, a viagem até a estação Maracanã leva cerca de meia hora, com troca de linha, o que confunde um pouco os torcedores. Dependendo do portão de acesso ao estádio, é possível desembarcar nas estações São Cristóvão ou Maracanã, na linha 2, ou São Francisco Xavier, na linha 1, que vem de Ipanema e passa em Copacabana.

Nos vagões, as cores das seleções se misturam às do Brasil e também a camisas de times cariocas, além de cantos e gritos de torcidas. O peruano Rafael Rodas, 22 anos, ia para seu segundo jogo do Mundial no Maracanã e aprova o sistema recomendado pela prefeitura. "A organização está muito boa, é uma forma rápida de chegar e não precisamos pagar nada, quem tem o ingresso para o jogo é só apresentar".

Vestida com a camisa da Alemanha, a dentista Aline Canto, 27 anos, aguentava a provocação de um grupo de franceses no vagão lotado. "Eles estão com inveja da nossa cerveja", brincou. Moradora do Rio, ela diz que torce para a Alemanha hoje porque estudou em um colégio alemão. "A organização da Copa está muito melhor do que eu esperava. E no metrô é só alegria, eu não vi nenhum problema, nenhum ato de violência, é só festa".

O francês Bruno Roche, estudante de 24 anos, está fazendo um intercâmbio de seis meses em São Paulo e aproveitou para curtir a Copa. Com um grupo de amigos, cantavam o hino francês, La Marseillaise e Allez le Bleu, grito da torcida, e também "somos franceses com muito orgulho, com muito amor".

"Nós viemos ao Rio para ver França e Equador, fomos a Porto Alegre e vimos França e Honduras. A organização está boa, o metrô está bom, mas precisava de mais linhas".

Quando faltavam cinco minutos para o início da partida entre França e Alemanha, que começou às 13h, não havia mais filas nos portões de acesso ao estádio e poucas pessoas ainda chegavam com ingresso para ver a disputa que definirá o primeiro semifinalista da Copa.

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