Terça-feira, 1 de março de 2011 - 21h38
A decisão da Globo de negociar clube a clube é uma estratégia da TV aberta. A Globosat, no momento em que forem colocadas as condições de disputa na TV paga e no modelo de pay-per-view (o que só deve acontecer depois do dia 11), vai avaliar que caminho seguir. A aposta da Globosat é em um modelo já azeitado: a venda de pay-per-view chegou ao pico no ano passado, chegando a 1 milhão de pacotes do canal PFC (onde são exibidos os jogos do pay-per-view), o que significa 14% de penetração sobre a base do canal SporTV (onde passam os jogos na janela "TV paga"). Como comparação, a DirecTV, nos EUA, com cerca de 15 milhões de assinantes, tem 3% de penetração do pacote da NFL, a liga de Futebol Americano (cerca de 440 mil assinantes).
O pay-per-view da Globosat cresceu consistentemente no ano passado em todas as operadoras que distribuem o PFC, com destaque para Sky, Via Embratel, Net e Telefônica. Além disso, a Globosat desenvolveu um know-how de transmissão de todas as partidas e tem isso coordenado com todas as operadoras, modelo que dificilmente seria reproduzido da mesma maneira com alguma outra programadora. O modelo de negócio para os operadores, se não é visto por eles como o mais lucrativo, também está consolidado, com um revenue share de quase sempre 20/80, ou seja, 20% para o operador e 80% para a programadora e para os clubes, e é fator de forte fidelização dos assinantes. Por esse modelo, quanto mais cresce o pay-per-view, mais cresce a receita dos clubes.
Outro fator que de certa forma amarra mais a Globosat aos clubes é que ela tem, com eles, um acordo de transmissão também dos campeonatos estaduais, que entram na oferta de pay-per-view do PFC junto ao Brasileirão. Esse acordo nos estaduais vai até 2015. Na hipótese de a Globosat não ter mais o Campeonato Brasileiro, o resultado da venda do pacote pay-per-view dos estaduais certamente será afetado.
Mas a Globosat também tem preocupações em relação aos novos rumos que as negociações podem tomar. A sinalização de que será o Clube dos 13 o responsável por gerar as imagens dos jogos é vista com desconfiança, já que o desafio logístico e técnico de transmitir todas as partidas, como acontece hoje, é algo que a própria Globosat só conseguiu resolver completamente ao longo de vários anos e com investimentos expressivoS.
Fonte: Teletime
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