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Educação

Semed trabalha dados de avaliação para melhora índices



A nota 6 resume a meta que a Secretaria de Educação de Porto Velho trabalha para atingir, em 2020, sobre o desempenho da rede municipal de ensino no Ideb (Índice de Desempenho da Educação Básica), a partir dos resultados da prova Brasil realizada em maio. Avaliação nesse sentido teve início nesta segunda-feira (31) e vai até quarta (2), no Teatro Banzeiros, no centro histórico da cidade.

A Semed discute com dirigentes das escolas soluções em cima dos índices alcançados nas provas de português e matemática feitas por quase 6 mil alunos de 5º e 9º anos, em escolas urbanas e rurais, que em medições de 2011, 2013 e 2015, alcançaram a nota máxima de 4.8.

Na avaliação do secretário municipal de Educação Marcos Aurélio Marques, “dividimos o pessoal em grupos para encontrar soluções compartilhadas de melhorias para eliminar as diferenças que, em alguns casos, são expressivas, se não discrepantes”.

“Tivemos resultados realmente surpreendentes. Há escolas que estão sendo avaliadas com níveis de aprendizado muito bons enquanto outas nem tanto. Mas nada que não se possa reverter”, sentencia Marcos Aurélio, lembrando que isso exige um trabalho integrado.

Para a Semed, os caminhos para se corrigir a distância entre o real e o ideal deve ser participativa, envolvendo a comunidade docente e não apontando de cima par baixo. “Por isso que estamos dividindo nosso pessoal em grupos para construção de trabalho colaborativo com vistas a melhorar a realidade na educação do município. Começamos agora para chegar à meta de uma solução de longo prazo, mas que precisa ser começada”, diz o titular da Semed.

DESEMPENHO

Participaram do Prova Brasil 5.772 alunos de 5º ao 9º ano, distribuídos em 237 turmas em 55 escolas urbanas e 34 rurais. Dividido por desempenho percentualmente, Porto Velho apresentou os seguintes números: Zona Oeste com 43%, Sul com 41.02%, Leste com 39.53% e região Norte com 42.88%. O melhor desempenho na avaliação, de acordo com Marco Aurélio, foi de uma escola rural.

Para o professor de história, Luiz Carlos de Oliveira, a avaliação é bastante válida por estabelecer um norte a partir do qual professores e alunos estabeleçam um desempenho positivo a médio e longo prazo.

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