Porto Velho (RO) quinta-feira, 19 de setembro de 2019
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Educação

Reivindicações de grevistas da Unir dependem do Governo Federal


As principais reivindicações dos professores e alunos da Universidade Federal de Rondônia que estão em greve desde a semana passada, por melhorias na instituição de ensino superior, só serão totalmente atendidas depois que o Congresso Nacional aprovar o projeto de lei que autoriza a ampliação de vagas para a contração de docentes e técnicos para universidades federais.

Segundo o reitor Januário Amaral em 2009, foi aprovado o projeto de consolidação da Unir apresentado ao Ministério da Educação para contemplar a contratação de professores e técnicos não previstos no REUNI ( Reestruturação, Consolidação e Expansão das Instituições Federais de Ensino Superior).

Diante de outros pleitos dos grevistas no que tange ao funcionamento da Universidade Januário admitiu que o recurso orçamentário da instituição não é suficiente para atender toda a demanda, mas ressalvou que mesmo com essa dificuldade conseguiu durante a sua gestão buscar o funcionamento eficaz.

“A constatação de que estamos investindo na melhoria da Unir é o apoio da comunidade acadêmica, tendo em vista que nenhum campus aderiu totalmente ao movimento grevista e a maioria não aderiu”, destacou Januário.

Embora alguns problemas apontados pelo comando de greve não dependam do reitor para ser solucionados em curto prazo já que o mesmo tem que buscar junto ao MEC e ao Ministério do Planejamento autorização, Januário Amaral está fazendo gestão junto a esses órgãos da esfera federal para priorizar Rondônia, tendo em vista o movimento grevista por problemas, cuja resolução não depende apenas da universidade.

Na próxima sexta – feira, 23, o reitor da Unir Januário Amaral manterá uma audiência em Brasília com o secretário de Educação do Ensino Superior do SESU/ MEC, Luiz Cláudio Costa e a diretora de Desenvolvimento das Instituições Federais de Ensino Superior – DIFES / MEC Adriana Rigon Weska com o objetivo de apresentar a pauta de reivindicações da Unir.

Foi para apresentar essa situação aos grevistas que a Reitoria da Unir convocou duas reuniões, inclusive com a presença de representante do Ministério Público Federal. Como o comando de greve não compareceu aos eventos, o reitor da Unir Januário Amaral está utilizando os meios de comunicação para conclamar alunos e professores para uma negociação.

Fonte: João Albuquerque


 

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