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Pós-Graduação em Logística


O objetivo desse artigo é enfatizar o conhecimento do segmento de logística, mais precisamente, no que diz respeito ao crescimento desta área. Conforme dados apresentados na XVI Conferência Nacional de Logística em outubro de 2012 na cidade de São Paulo pela Associação Brasileira de Logística – ABRALOG, a logística tem desempenhado um papel cada vez menos operacional, passando a ocupar espaços estratégicos nas empresas. O profissional que atua nesse setor hoje, é bem remunerado, ocupa cargos de média e alta gerência e, claro, tornando-se bastante capacitados.Pós-Graduação em Logística - Gente de Opinião

Na III pesquisa, inerentes ao perfil profissional foram entrevistados 1.153 profissionais, um crescimento de 300% em relação aos dados das pesquisas de 2011 e 2012.

Quanto à remuneração, 24% dos entrevistados declararam receber entre R$ 3 mil a R$ 6 mil reais mensais; 22% entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil reais, 17% entre R$ 6 mil a 12 mil reais e 7% entre 12 mil e 24 mil reais.

Quanto ao nível de escolaridade do profissional de logística, de acordo com a pesquisa, 43% possuem ensino superior, 39% pós-graduação e 4% doutorado. Dentre os entrevistados, 39% declararam conseguir se comunicar em Inglês nos ambientes de negócios e 29% em Espanhol.

Segundo a pesquisa, os profissionais investiram até R$ 3 mil na carreira nos últimos três anos, 20% de R$ 5 mil a 10 mil e 11% acima de R$ 200 mil. A maior parte do investimento (56%) foi realizado pelo profissional e 14% por empresas. Por ambas (empresa e profissional), o percentual foi de 27%.

Na pesquisa anterior, quase 40% dos entrevistados eram da área operacional, já em 2012 esse quantitativo caiu para 17%. Em compensação, quase 30% dos participantes ocupam cargos de alta gerência, 26% de média gerência, além de 5% de diretoria e 2% de presidência. 25% dos entrevistados ocupam o cargo há menos de 1 ano, 28% entre 1 e 2 anos, 22% entre 3 e 4 anos, 12% entre 5 e 7 anos e 14% há mais de sete anos.

Considerando que a pesquisa foi realizada nos grandes centros do Brasil, 63% trabalham no estado de São Paulo, 6% no Rio de Janeiro, 5% em Minas Gerais, 4% no Paraná e Rio Grande do Sul, 2% em Pernambuco e em Santa Catarina.

A maior parte dos profissionais é do sexo masculino (59%) e tem entre 27 e 33 anos, seguidos por 18% entre 34 a 40 anos, 15% de 24 a 27 anos e 10% entre 18 e 23 anos.

Setenta e três por cento dos entrevistados trabalham em empresas nacionais e 27% em multinacionais. Dentre elas 43% são do setor de serviços, 32% da indústria, 18% comércio e 7% educação. Nessas empresas, o nível hierárquico do principal executivo de logística é 34% de diretoria, 26% de gerência e 17% de presidência.

No quesito sobre quais cursos de capacitação tem interesse, 55% responderam Custo de Logística, 51% Gestão de Projeto Logístico, 45% Logística Internacional, 42% Logística Reversa, 40% LeanSupply Chain Management e 30% Cadeia de Suprimento.

Fica claro conforme levantamento da III pesquisa, o crescimento e procura ao segmento da logística por conta de sua remuneração, educação continuada não só em logística, mas, também aos idiomas, investimento na carreira profissional pelos técnicos e empresas, ascensão vertical dos profissionais nos níveis da organização, a maior parte dos técnicos são do sexo masculino e estão divididos nas empresas nacionais e multinacionais, a demanda maior está no setor de serviços e dentro das áreas da logística a procura e interesse por atualização profissional estão em Custo de Logística, Gestão de Projeto Logístico, Logística Internacional, Logística Reversa, LeanSupply Chain Management e Cadeia de Suprimento.

Fonte: Associação Brasileira de Logística – ABRALOG.

 

(Mini currículo: Nivergilio Costa Pereira)

Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela Fundação Universidade Federal de Rondônia, Especialista em Auditoria Fiscal e Tributária pela Universidade Cândido Mendes RJ, Administração pela Fundação Universidade Federal de Rondônia, Professor universitário Faculdade de Rondônia e Gerente de Programa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Social – SEDES.

 

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