Porto Velho (RO) sábado, 23 de fevereiro de 2019
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Educação

Padre Ton: Gov de RO tem de dar prioridade à educação


A falta do repasse de recursos para alunos das seis Escolas Famílias Agrícolas de Rondônia (EFAs) pelo governo do Estado está prejudicando o desenvolvimento de suas atividades, e para o deputado federal Padre Ton (PT-RO) “as dificuldades financeiras do Estado, anunciadas pelo próprio governador, não podem atingir a educação”. O investimento total neste ano letivo é de R$ 891 mil, para atender 810 alunos. 

“A educação merece prioridade. E a bolsa de R$ 100 definida por aluno não representa custo elevado. Aliás, o governador prometeu bolsa de R$ 300. A escolas aceitaram valor menor, por causa da queda na arrecadação, mas já estamos acabando o ano e até agora nada”, disse Padre Ton. Ele lembra que esteve com o governador Confúcio Moura em junho, juntamente com o  presidente da Associação das Escolas Famílias Agrícolas de Rondônia (Aefaro) Reginaldo Rodrigues da Silva e o secretário-executivo da entidade, Revelino Sebastião Neto Freitas, e foi definido na ocasião um prazo de vinte dias para regularizar a situação.

Agora, segundo Padre Ton, por ocasião do Grito da Terra, quando a Federação dos Trabalhadores em Agricultura de Rondônia (Fetagro) também pressionou pelo cumprimento dos convênios de repasse firmados com base na lei número 2688, de 15 de março de 2012, novo prazo foi estipulado pelo governo para atender as EFAs.

“Em ofício encaminhado ao presidente da Fetagro, Fábio Menezes, o gabinete do governador afirma que até o dia 15 de outubro a Secretaria da Educação deverá fazer o repasse de todos os valores pendentes até agora”, diz Padre Ton. “Espero que faça mesmo. Educação não pode ser apenas retórica”.

Desde que a lei que instituiu o “Programa Escola Guaporé de Educação do Campo” foi regulamentada, mediante um decreto em outubro passado, que a Aefaro tenta obter recursos para ajudar a manter as escolas de Jaru, Ji-Paraná, Novo Horizonte, São Francisco do Oeste, Vale do Paraíso e Cacoal.

“Seus dirigentes estiveram em reunião com a secretária da Educação, Isabel Luz, e com o próprio governador, em março deste ano, que alegou queda na arrecadação do Estado para não honrar o valor de R$ 300 por aluno previsto na lei. Nessa ocasião, ele se comprometeu em repassar a bolsa de R$ 100, o que ainda não ocorreu”, diz Padre Ton.

Fonte: Mara Paraguassu
 

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