Sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Educação

Maria Josinete: ‘O reconhecimento de aluno é tudo’


A carreira de Maria Josinete Batista na educação começou bem cedo; com apenas 17 anos era professora. Maria é servidora da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) há quase 30 anos e garante que não há lugar melhor na área que dentro da sala de aula. “Saber que eu contribuí para o crescimento do aluno, não tem nada igual. Já tive chefes que foram meus alunos, e fico orgulhosa disto”, afirma.

Gente de Opinião

Maria Josinete Batista

Josinete nasceu em Remigio, interior da Paraíba (PB), e aos 17 anos se tornou professora municipal, lecionando para turmas de séries primárias. Aos 19, quando se formou em letras português e inglês, passou a dar aulas para alunos do 5º ano do Ensino Fundamental até ao 3º ano do Ensino Médio.

Em 1984, a servidora se mudou para Porto Velho. Maria lembra que naquela época não havia concurso para professor na esfera estadual e que foi chamada para atuar em escola. “Eu cheguei no domingo e na segunda já estava trabalhando”, conta.

Inicialmente, Josinete dava aulas de português na Escola Estadual Getúlio Vargas no período da tarde e, durante a noite, lecionava na Orlando Freire. Dois anos após, Maria se dedicou a dar aulas apenas na Escola Orlando Freire, onde atuou até 2008, ensinando português e inglês para os estudantes do Fundamental e Médio.

A servidora passou a atuar na então Coordenação de Esporte e Cultura (CEC) da Seduc. Maria lembra que ajudou a implantar o programa Mais Educação, onde os alunos têm atividades no período contrário da aula regular, e o Escola Aberta, o qual abre as portas da escola nos finais de semana para os alunos.

Hoje, Josinete trabalha no setor responsável pela Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Programa Brasil Alfabetizado e acredita que continua contribuindo com o repasse de conhecimento. “Eu vejo o Brasil Alfabetizado como uma continuação da escola. Me sinto muito fazendo este trabalho”, considera.

Para a servidora, a melhor coisa de ser professora é ter o reconhecimento dos alunos. “Depois de quase 10 anos, um ex-aluno meu chegar, falar que se lembra de mim e dizer que eu fui uma ótima professora é maravilhoso. O reconhecimento de aluno é tudo”, conclui.


Fonte
Texto: Halex Frederic - Assessoria Seduc
Fotos: Quintela
Decom - Governo de Rondônia

Gente de OpiniãoSexta-feira, 16 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Da sala de aula à residência: a história de Iasmine Tossatti e o que a excelência da Medicina da Faculdade Metropolitana representa na vida real

Da sala de aula à residência: a história de Iasmine Tossatti e o que a excelência da Medicina da Faculdade Metropolitana representa na vida real

A trajetória de Iasmine Tossatti, egressa do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana de Rondônia, não começa na aprovação em primeiro lugar na

Fies 2025: aberto prazo para complementar inscrições postergadas

Fies 2025: aberto prazo para complementar inscrições postergadas

Começou nesta quarta-feira, 14 de janeiro, o período de complementação das inscrições postergadas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para

Brasil institui o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento

Brasil institui o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento

O Brasil passou a reconhecer oficialmente a importância das olimpíadas científicas com a sanção da Lei nº 15.331, de 7 de janeiro de 2026, que insti

UNIR entra na última semana de inscrições do​ Processo Seletivo Especial 2026 para vagas ociosas

UNIR entra na última semana de inscrições do​ Processo Seletivo Especial 2026 para vagas ociosas

A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) está na última semana de inscrições do Processo Seletivo Especial (PS Especial) 2026, destinado ao preench

Gente de Opinião Sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)