Terça-feira, 11 de março de 2014 - 16h28
O primeiro secretário da Embaixada do Haiti no Brasil, Pierre-André Rigaud, se reuniu nesta terça-feira (11) com o secretário de Estado da Educação (Seduc), Emerson Castro, para debater sobre a inclusão dos imigrantes haitianos que residem atualmente em Rondônia na educação, desde a básica até ao ensino superior público.
Rigaud informou que os haitianos ainda encontram dificuldades no acesso à educação devido à legalização de documentos pessoais. “Alguns não conseguem ingressar na universidade por conta da sua própria legalização”, explica Pierre-André. Ele disse estar em contato com a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) para discutir a questão da legalidade da documentação dos imigrantes.
Junto na visita com o primeiro secretário, Marília Pimentel, chefe do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), contou que cerca de 16 mil haitianos já passaram por Porto Velho e, mais de três mil continuam residindo na capital, grande parte está fora de sala de aula.
A professora comentou que é necessário formar um programa para a inserção dos haitianos nas escolas, faculdades ou universidade e garantir vagas para os imigrantes. “Assim como há uma lei específica para educação indígena, é importante lembrar que esses imigrantes têm direito à educação. E uma parceria com a Seduc é de extrema importância, até mesmo para diminuir a burocratização nesse processo de ingresso às escolas”, ressaltou.
Emerson Castro afirmou que a proposta de inclusão educacional dos haitianos é necessária, já que os dois países só têm a ganhar. “É uma política de ganho bilateral. Os imigrantes que moram aqui têm que ser abraçados e garantidos os seus direitos à legalização e educação. E, com certeza, é de grande importância ampliar laços com este projeto de inserção”, avaliou.
Além do primeiro secretário e a representante da Unir, estiveram presentes na reunião a coordenadora do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário de Brasília (Uniceub), Renata de Melo, e o pesquisador Geraldo Cotinguiba, mestrando do Programa de Pós-Graduação em História e Estudos Culturais.
Texto: Halex Frederic
Assessoria Seduc
Decom – Governo de Rondônia
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