Terça-feira, 16 de junho de 2015 - 12h40

Aluno Victor leu texto contendo conquistas e demandas que o governador prometeu providenciar respostas
A escola Estadual de Ensino Fundamental Santa Clara de Assis, localizada no bairro Ronaldo Aragão, em Porto Velho,funciona em um prédio alugado, tem apenas quatro salas e um corpo técnico que está junto há mais de 10 anos. Dos seus 189 alunos, 187 foram aprovados em 2014. Ao visitar o estabelecimento nessa segunda-feira (15), o governador Confúcio Moura disse que vai providenciar algumas intervenções que facilitarão o processo educacional, e reiterou que dedicará ainda mais atenção à Capital do estado.
A visita foi uma resposta aos pedidos feitos pela coordenadora pedagógica, Débora Macedo. Ela disse, numa plataforma social, que a escola tem alto índice de aprovação, mas que necessita de melhor estrutura física, uma vez que funciona num prédio alugado.
EXEMPLO
Recebido por alunos que, entusiasmados, cantaram o hino Céus de Rondônia, Confúcio afirmou que viu um exemplo de determinação, onde professores estão há muito tempo naquele local e que, por isso, conhecem e querem bem aos estudantes como se fossem seus próprios filhos.
O aluno Victor, da 4ª série, leu um pequeno texto onde constava as conquistas obtidas na rotina pedagógica e os anseios de todos, como construção de refeitório, biblioteca, quadra de esportes e instalação de sistema de climatização e laboratório de informática. O governador pediu à diretora, Sônia Figueira, para levar o discurso lido por Victor a fim de providenciar a resposta às demandas.
Em seguida, Confúcio conversou com professores, anotou os pedidos feitos e anunciou que inicialmente providenciará para que as salas sejam climatizadas. Os demais pedidos dependem de avaliação jurídica, pois o prédio pertence a terceiros. Uma das possibilidades que serão estudadas é a transferência das turmas para escolas próximas.
Como a escola Santa Clara está localizada no último bairro da Capital, na zona Leste, os alunos em sua maioria são do setor chacareiro, de famílias pobres. Apesar disso, segundo a diretora Sônia, os pais são participativos, assumem compromisso com a educação dos filhos e participam das reuniões. “Quando um pai não pode participar, ele vem até a escola informar. Depois retorna num dia e horário mais conveniente”, explicou.
Fonte
Texto: Nonato Cruz
Fotos: Bruno Corsino
Decom - Governo de Rondônia
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