Quinta-feira, 20 de junho de 2013 - 05h55
Os jovens brasileiros estão recebendo mais informações em relação às formas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não planejada. É o que revela a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2012). O estudo do Ministério da Saúde, realizado em parceria com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e apoio do Ministério da Educação, mostra que 89,1% dos adolescentes receberam orientação sobre DST e AIDS e 82,9% informações de como evitar gravidez; 69,7% dos entrevistados também sabiam que era possível adquirir preservativos gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
O estudo também mostra que 28,7% dos jovens já iniciaram a vida sexual, 18,3% das meninas e mais que dobro dos meninos (40,1%). O uso do preservativo na ultima relação sexual esteve presente em 75,3% dos casos. A PeNSE 2012 ouviu cerca de 110 mil alunos do 9º ano do Ensino Fundamental em 2.842 escolas públicas e privadas, em todas as regiões brasileiras, incluindo as capitais e no Distrito Federal. Cerca de 90% dos estudantes tinham idade entre 13 e 15 anos. O lançamento da PeNSE ocorreu nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro, e contou com a presença do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, e da presidente do IBGE, Wasmália Bivar.
Para Jarbas, a PeNSE é um importante instrumento para o desenvolvimento de políticas públicas na área da educação e de saúde voltadas aos jovens. “A exposição a diversos fatores de risco comportamentais tem com frequência início na adolescência, como tabagismo, violência, consumo de álcool e outras drogas. É importante, portanto, conhecer o perfil desses jovens para protegê-los, promover hábitos mais saudáveis e assim evitar o desenvolvimento de doenças crônicas”, afirmou.
Nos últimos três anos, foram distribuídos cerca de 1,3 bilhão de camisinhas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) por todo o país. Qualquer pessoa pode retirar o preservativo, sem precisar apresentar qualquer tipo de identificação. Os jovens recebem apoio e informação de profissional para que possam escolher o método contraceptivo mais adequado.
Outro destaque importante é a oferta de testes rápidos de gravidez na atenção básica, iniciativa prevista na Rede Cegonha. Muitas adolescentes procuram as UBS para realizar o exame e tirar dúvida se estão ou não grávidas. A ampliação do teste rápido para todo o Brasil nas unidades de saúde é uma oportunidade excelente para orientá-las para que ela possa exercer sua sexualidade com responsabilidade. O Ministério da Saúde também disponibiliza gratuitamente nas Unidades de saúde pílulas anticoncepcionais, injeção de hormônios e DIU na rede pública. No programa Aqui tem Farmácia Popular é disponibilizado a preço popular os contraceptivos orais e injetáveis.
Fonte: Fabiane Schmidt, da Agência Saúde - ASCOM/MS
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