Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026 - 18h25

A
trajetória de Iasmine Tossatti, egressa do curso de Medicina da
Faculdade Metropolitana de Rondônia, não começa na aprovação em primeiro lugar
na residência de Medicina de Emergência. Ela começa muito antes — nos primeiros
períodos da graduação, nas escolhas feitas com calma, nos projetos assumidos
com responsabilidade e, principalmente, na relação construída com a instituição
ao longo de seis anos.
Desde o
início da faculdade, Iasmine entendeu que queria seguir a Medicina com
profundidade. Ainda nos primeiros anos, passou a organizar seu currículo
pensando na residência, participando de monitorias, projetos de extensão, ligas
acadêmicas e produções científicas. Não por obrigação, mas por entender que
cada experiência poderia ampliar sua formação como médica.
Essa
postura foi se fortalecendo ao longo do curso, especialmente a partir do ciclo
clínico e do internato. O método de ensino, baseado em problemas, casos reais e
participação ativa do aluno, ajudou a transformar a rotina intensa em
aprendizado concreto.
“Chegou um momento em que eu entendi que
esse método funcionava muito bem pra mim. O que eu via no internato durante o
dia virava estudo à noite, principalmente através de casos clínicos e
questões”, relembra.
Foi
nesse contexto que a Medicina de Emergência entrou de vez em sua vida. A
especialidade, ainda recente no Brasil, ganhou forma a partir das aulas e da
convivência com professores que marcaram sua trajetória. Iasmine faz questão de
citar nomes. Professor Thiago Aires, professor Vinícius e a
professora Larissa Macedo não foram apenas docentes, mas referências de
postura profissional, cuidado com o paciente e compromisso com a medicina
baseada em evidências.
“Eles me apresentaram a Medicina de Emergência de um jeito muito real. Não só a técnica, mas o cuidado, a responsabilidade, a atenção com o paciente e até com a nossa saúde emocional. Isso já acontecia na graduação e continua agora na residência”, destaca.

A abertura da residência em Medicina de Emergência em Porto Velho foi o ponto de virada. Preparada, focada e amparada pela formação recebida, Iasmine se dedicou intensamente ao processo seletivo. A aprovação em primeiro lugar veio como resultado de um caminho construído com consistência — e também com apoio. Durante o internato, professores ajustaram escalas, incentivaram os estudos e acompanharam de perto sua preparação.
Hoje, já como residente, Iasmine vive uma nova etapa da carreira, inclusive com experiências fora do estado, em centros de referência nacional. Ainda assim, faz questão de reconhecer que tudo começou na Metropolitana.
“O apoio que eu tive foi enorme. Desde a direção, coordenação, professores, até o pessoal administrativo. Sempre tive suporte, incentivo e tranquilidade pra estudar. Isso fez toda a diferença pra mim”, afirma.

Essa relação com a faculdade ultrapassou a própria trajetória profissional. A vivência positiva foi tão marcante que acabou refletindo dentro de casa. O filho de Iasmine, hoje com 19 anos, acompanhando de perto sua jornada acadêmica, decidiu seguir o mesmo sonho e ingressar também no curso de Medicina da Faculdade Metropolitana de Rondônia. Uma escolha que, para ela, carrega um significado especial.
“Quando um filho escolhe o mesmo caminho, é porque ele viu verdade no que foi vivido. Ele acompanhou toda a minha trajetória e criou esse amor pela Medicina e pela faculdade junto comigo.”
Mais do que formar médicos, a instituição participou de uma construção de vida. Gratidão é a palavra que Iasmine repete ao falar da Metropolitana — gratidão pelo ensino, pelas oportunidades, pelas pessoas e pelo cuidado com o aluno em todas as fases da formação.

Histórias como a de Iasmine ajudam a explicar, sem precisar anunciar, o reconhecimento institucional alcançado pelo curso. A excelência não aparece apenas em avaliações oficiais, mas nas trajetórias que seguem depois do diploma, nas escolhas profissionais bem fundamentadas e no vínculo que permanece mesmo após a formatura.
Na Medicina da Faculdade Metropolitana de Rondônia, a formação não termina no dia da colação. Ela continua nas residências, nos plantões, nas decisões difíceis e, às vezes, até na próxima geração que escolhe seguir o mesmo caminho.
Medicina da Faculdade Metropolitana de Rondônia
Excelência que se constrói na vida real.
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