Quinta-feira, 20 de junho de 2013 - 06h11
Para as capitais, entre 2009 a 2012, o percentual de adolescentes que experimentaram o cigarro caiu de 24,2% para 22,3%, o que significa uma queda real de 8%. Ações de combate ao tabaco estão entre as prioridades do Governo Federal e uma série de medidas para reduzir a atratividade, sobretudo entre jovens, do cigarro vem sendo liderada pelo Ministério da Saúde, como a limitação de publicidade do tabaco, a proibição de patrocínio de eventos culturais pela indústria e a inserção de imagens de advertência sobre as consequências do hábito de fumar nas carteiras de cigarro, e a comercialização de cigarros com sabor, preferido entre adolescentes brasileiros.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS - O consumo de álcool aumenta o risco de violência e acidentes, uma das principais causas de mortalidade em adolescentes e adultos jovens brasileiros. Além disso, o uso de bebida alcoólica está associado ao sexo desprotegido que pode levar a uma gravidez indesejada e a um aumento da vulnerabilidade de adquirir as DSTs/AIDS. Episódios de embriaguez foram relatados por 21,8% dos estudantes e 10% relataram ter tido problemas com suas famílias ou amigos, faltaram às aulas ou se envolveram em brigas, porque tinham bebido.
Outro dado preocupante é a experimentação de drogas ilícitas (maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume, ecstasy): 7,3%. Entre os jovens com 15 anos, 2,6% usaram drogas antes dos 13 anos de idade. O uso de drogas ilícitas está relacionado a uma série de problemas, incluindo baixo desempenho escolar ou abandono da escola, envolvimento com violência e comportamentos depressivos. O uso de crack foi relatado 0,5%.
CRACK, é possível vencer - O Ministério da Saúde investiu R$ 840 milhões na implantação das ações do Programa “Crack, É Possível Vencer!” em todo o País. Até o momento, 18 unidades federativas e 48 municípios com mais de 200 mil habitantes já aderiram ao programa. Os recursos são destinados à implantação ou qualificação de Consultórios na Rua, Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), Unidades de Acolhimento (UA) e na criação de leitos em enfermarias especializadas em saúde mental, em UA e em CAPS. Desde o início do programa foram criados 914 novos leitos nesses serviços.
Em todo o País, foram habilitados e estão em funcionamento 32 CAPS AD III, 18 Unidades de Acolhimento, e 45 Consultórios na Rua. A Rede de Saúde Mental conta hoje com 1981 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs). Juntos eles podem realizar 40,15 milhões de atendimentos por ano. Desse total, os CAPs Álcool e Drogas podem realizar mais de 7,8 milhões a cada 12 meses (em 2011 essa capacidade era de 6,2 milhões de procedimentos – aumento de 25%). Ao todo, o Ministério da Saúde vai investir R$ 2 bilhões até 2014 nas ações do programa.
Fonte: Fabiane Schmidt, da Agência Saúde
Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Municípios em Rondônia acatam recomendação do MPF para regularizar gestão de verbas do Fundeb
Após recomendações do Ministério Público Federal (MPF), quatro municípios de Rondônia tomaram medidas para garantir a adequação de contas bancárias

Inscrições abertas para curso superior com apoio da Prefeitura de Porto Velho
A Prefeitura de Porto Velho abriu as inscrições para o programa Faculdade da Prefeitura, que irá custear integralmente as mensalidades de acadêmicos s

UNIR tem inscrições abertas em cursos de Pós-Graduação
A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) está com quatro editais abertos para ingresso em Programas de Pós-Graduação (PPG) institucionais e interinst

Modalidade que vem crescendo significativamente em Rondônia nos últimos anos, o ensino profissionalizante, mantém o ritmo de avanços em 2026. Com o
Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)