Quarta-feira, 28 de setembro de 2011 - 12h40
O comando unificado de greve dos professores e estudantes da UNIR divulgou hoje, 28, uma carta aberta com o título “resposta democrática a uma reitoria autoritária” em resposta à nota da reitoria publicada no site da Universidade, ontem, 27, em que ataca os docentes em greve. A carta inicia com um poema de Mário Quintana: “todos estes que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão... eu passarinho!”.
A carta divulgada pela reitoria, ao agredir o movimento docente, destaca “apesar da ampla divulgação das ações promovidas pelo Comando de Greve, registramos que, na prática, o efeito não tem ganhado força, já que, após a insistência do Comando de Greve de Professores, nenhum deputado ou senador compareceu à reunião marcada pelo grupo com os parlamentares da bancada federal de Rondônia que deveria ter acontecido ontem, 26, às 9h da manhã, no auditório da Unir-Centro; na tenda montada em frente ao prédio central da UNIR (onde fica a reitoria) para servir de acampamento aos manifestantes, cerca dez pessoas permaneceram alojadas; e, engajados artificialmente no movimento, muitos professores aproveitaram para viajar e resolver questões pessoais” (sic).
A carta do comando afirma que “a Reitoria da UNIR recusou o diálogo antes da deflagração da greve dos professores e estudantes no dia 14 de setembro. Ao contrário, colocou a Polícia Federal armada na entrada do prédio para intimidar e impedir as manifestações. Trancou-se nos gabinetes e fez de seus pró-reitores porteiros para barrar a entrada de Conselheiros do Conselho Universitário na UNIR-Centro. Desdenhou das forças democráticas que lutam para recolocar a Instituição nos trilhos da lisura acadêmica e da transparência administrativa. Usou de todos os métodos dos pequenos tiranos de província: mentindo, caluniando, divulgando informações falsas, agarrando-se ao cargo para o qual perdeu as condições de permanecer”.
Mais adiante, afirma “o Reitor correu a Brasília para catar migalhas e oferecer o que não passa de promessas antigas e nunca cumpridas. E agora anuncia que tem a solução e quer “dialogar” com os professores e estudantes. Ele e seus apoiadores, com medo de perder os dedos, querem entregar os anéis. Ele não pode ter mais solução alguma, porque é ele o problema. Os professores e estudantes têm os Termos de Ajustes de Conduta (TAC) que ele assinou em 2008 e jamais cumpriu”.
Para finalizar, a carta destaca “O Reitor perdeu a credibilidade pessoal para negociar. Ele não pode continuar à frente da Reitoria porque significa continuar com as práticas nefastas, com as negociatas mal cheirosas, com os acordos suspeitos, com as viagens inúteis com o dinheiro público. Alunos e professores exigem da Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC) a garantia de uma mudança radical na administração da UNIR”.
Fonte: Adilson Siqueira
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