Segunda-feira, 24 de dezembro de 2018 - 16h16

Essas questões vinham prejudicando a fundação na
assinatura de convênios
Regularizadas. É assim que estão as contas da Fundação de Cultura do Município
de Porto Velho após a atual administração quitar as pendências financeiras que
o órgão tinha referentes aos anos de 2015, 2016 e até mesmo de 2014 – todas
relacionadas a administrações anteriores. A fundação também não possuía alvará
de funcionamento.
As pendências eram com a Receita Federal, com o INSS, com a Fazenda Municipal e Estadual. As conciliações bancárias também estavam com problemas – havia consignações pagas em duplicidade, quitadas sem empenho ou liquidadas, mas sem ser dado baixa. “O ano mais problemático foi o de 2014”, declarou o presidente da Funcultural, Ocampo Fernandes.
As irregularidades, segundo o gestor do órgão de cultura, vinham impedindo a
regularização fiscal da fundação, deixando-a inapta a assinar convênios,
receber recursos provenientes de emendas parlamentares, entre outros
benefícios.
Essas questões podiam ainda prejudicar a prestação
de contas da Prefeitura em 2019, pois a unidades gestoras, de acordo com
Ocampo, não podem apresentar nenhuma anormalidade fiscal, do contrário tanto o
prefeito quanto à fundação poderiam ser punidas por improbidade administrativa.
As contas de 2017 do órgão também foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do
Estado (TCE).
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Pejotização volta ao centro do debate após STF suspender ações trabalhistas no país
A pejotização já provou que é boa para as empresas e para o país. A prática em que a contratação ocorre por meio de pessoa jurídica (CNPJ) em vez do

Contrata+Brasil abre mercado para 13 mil MEIs em escolas públicas de Rondônia
Mais de 900 escolas públicas de educação básica de Rondônia que recebem recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) agora podem contrata

A Reforma Tributária, atualmente em fase de regulamentação, deve provocar mudanças significativas na dinâmica econômica de Rondônia, especialmente e

Teto do Simples com defasagem de 82,2%. Ninguém aguenta mais!
Entidades que representam MEIs, Micro e Pequenas Empresas têm pressionado o Congresso Nacional por mudanças nas regras de faturamento e tributação d
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)