Quarta-feira, 24 de dezembro de 2025 - 08h19

Você será feliz. Essa não é apenas uma frase de esperança —
é uma afirmação de quem conhece a realidade de empreender no Brasil e, apesar
de todos os desafios, segue em frente todos os dias. Sabemos que o caminho do
empreendedorismo no Brasil é desafiador. Empreender exige coragem, resiliência
e, acima de tudo, capacidade constante de adaptação. Ainda assim, é justamente
essa dedicação diária e essa força de reinvenção que fazem do pequeno
empresário um dos maiores pilares da economia nacional. Agradecemos profundamente
a confiança, a parceria e o apoio de toda a nossa base ao longo deste ano.
Desejamos que este Natal seja de paz, fartura e união em cada lar, ao lado de
quem caminha junto nessa jornada. Mas nossos desejos para o próximo ano vão
além das celebrações. Nós acreditamos — e reafirmamos — que somos o coração da
economia do Brasil. Somos milhões de empreendedores que produzem, geram renda,
empregos e sustentam famílias. Temos a força para mudar rumos, influenciar
decisões e confrontar narrativas que não representam quem realmente trabalha e
produz neste país. Somos cerca de 23 milhões de CNPJ’s ativos, sustentando
aproximadamente 80 milhões de brasileiros. É o nosso esforço diário que mantém
o funcionamento da economia dos serviços e de toda a estrutura pública
nacional. Por isso, defendemos que essa força seja reconhecida e
respeitada. Para 2026, queremos ver o
empresário mais consciente do seu papel, dos seus direitos e do seu poder de
mobilização. Defendemos a união da categoria para pressionar deputados e
senadores por um novo teto de faturamento, que permita crescer, faturar mais e
contribuir com impostos justos, equilibrados e compatíveis com a realidade de
quem empreende. Também cobramos dos governos federal, estaduais e municipais o
cumprimento integral das leis já existentes, especialmente o Simples Nacional e
as regras do MEI, respeitando a filosofia com a qual foram criadas para
facilitar, e não dificultar, a vida de quem empreende. Se conscientize que
temos número para eleger até um Presidente da República, e acredite que com
perseverança, organização e paixão pelo que fazemos, grandes conquistas são
possíveis. Que 2026 seja um ano de crescimento, boas vendas, empresas
saudáveis, funcionários valorizados e muito sucesso para todos os nossos negócios.
Nós, do SIMPI, seguimos ao lado de cada empreendedor.
Feliz Natal e um próspero 2026!
Assista: https://youtu.be/kHslUWF71q8
Fatores
externos e internos que impactam a gestão das micro e pequenas empresas
As micro e pequenas empresas ocupam papel relevante na
geração de emprego e renda no Brasil e operam em um ambiente marcado por
múltiplos desafios. A análise de Vitor
Stankevicius - Auditor e Perito Contador aborda os principais fatores que
afetam a continuidade e a operação desses negócios, considerando elementos
externos ao ambiente empresarial e aspectos internos relacionados à
gestão. No ambiente externo, as empresas
enfrentam fatores que fogem ao controle direto do empreendedor. Entre eles,
destaca-se a inflação de custos, que eleva os preços de insumos e mercadorias
destinadas à revenda. A dificuldade de repassar esses aumentos ao preço final,
em um contexto de concorrência elevada, pressiona as margens operacionais.
Soma-se a isso o patamar das taxas de juros, que limita o acesso a crédito por
meio de empréstimos e financiamentos, afetando especialmente micro e pequenas
empresas. Diante desses condicionantes externos, a análise aponta para a
necessidade de maior atenção aos fatores internos da empresa, que podem ser
identificados e ajustados ao longo do tempo. A gestão administrativa aparece
como um elemento central nesse processo, especialmente por meio da adoção de
procedimentos estruturados de planejamento, organização, direção e controle. O
planejamento consiste na definição antecipada de metas e objetivos, bem como
das ações necessárias para alcançá-los, podendo assumir caráter geral ou
específico. A etapa seguinte, a organização, envolve a reunião e alocação dos
recursos humanos e materiais necessários para executar o que foi planejado.
Nesse momento, são estruturados as funções e os meios para atingir os objetivos
estabelecidos. Na sequência, a direção está relacionada à condução das pessoas
envolvidas nos processos empresariais, abrangendo a coordenação das atividades
e a gestão das equipes. A administração de pessoas requer atenção constante,
uma vez que influencia diretamente a execução das tarefas previstas no
planejamento. O controle completa o ciclo administrativo ao verificar se as
atividades estão sendo realizadas conforme o que foi definido nas etapas
anteriores. Esse acompanhamento permite identificar desvios e promover
correções ao longo do processo, assegurando maior aderência entre o
planejamento e a execução.
Assista: https://youtu.be/FYePv4xZD1s
Juros
altos domaram a inflação, mas desequilíbrio fiscal persiste
A análise apresentada por Roberto Luis Troster, economista,
parte do movimento recente de desaceleração da inflação no Brasil. O IPCA-15,
indicador que utiliza a mesma composição do IPCA e antecipa parte do
comportamento dos preços ao consumidor, registrou variação de 0,18%, abaixo das
projeções do mercado. As estimativas dos analistas também vêm sendo revistas
para baixo de forma recorrente, indicando uma tendência de arrefecimento
inflacionário. Esse comportamento da inflação tem efeitos diretos sobre a
economia. A redução do ritmo de aumento dos preços diminui a perda do poder de
compra da moeda e amplia a previsibilidade para famílias e empresas. Além
disso, o recuo da inflação influencia a condução da política monetária, uma vez
que cria espaço para a redução da taxa básica de juros, atualmente em 15% ao
ano. De acordo com a análise de Roberto Troster, a expectativa predominante é
de que o Banco Central inicie o ciclo de cortes da taxa básica com reduções
graduais, possivelmente a partir do primeiro trimestre do próximo ano. As
projeções apontam para uma trajetória de queda ao longo do tempo, com a taxa
podendo alcançar patamares próximos a 12% ao final de 2026 e em torno de 10% ao
final de 2027, ainda que haja divergências entre os analistas quanto ao ritmo
desses ajustes. A redução da taxa básica tende a se refletir em todas as demais
taxas de juros da economia. Esse movimento ocorre em um contexto de
desaceleração da atividade econômica, que passa a ser acompanhada pela queda
dos preços. Com inflação mais baixa e juros em redução, cria-se um ambiente
favorável para a retomada do crescimento econômico de forma mais consistente
nos períodos seguintes.
Assista: https://youtu.be/4ZeD95QAPtU
Sebrae-SP
alerta microempresas sobre risco de exclusão do Simples Nacional
Mei, Micro e Pequenas Empresas devem regularizar pendências
com a Receita Federal até 31 de dezembro alerta o Sebrae-SP. Entre os dias 1º e
4 de agosto, a Receita Federal enviou os Termos de Exclusão para micro e
pequenos empreendedores, incluindo MEIs, cuja exclusão está programada para 1º
de janeiro de 2026, caso não haja a regularização dos débitos existentes. Os
documentos foram enviados por meio do Domicílio Tributário Eletrônico do
Simples Nacional (DTE-SN) e do portal e-CAC.
Para que não sejam excluídos do Simples Nacional, o Sebrae-SP alerta que
os empreendedores devem regularizar as pendências junto à Receita Federal até o
dia 31 de dezembro. A analista de negócios
do Escritório Regional do Sebrae-SP no Vale do Ribeira, Narelly Faria, explica
que microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de
pequeno porte (EPP) receberam os Termos de Exclusão do Simples Nacional e os
Relatórios de Pendências dos contribuintes no Domicílio Tributário Eletrônico
do Simples Nacional. “Os empresários
podem acessar os documentos pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal
e-CAC da Receita Federal. O pagamento dos débitos pode ser feito à vista ou
parcelado. Não é preciso comparecer a uma unidade da Receita Federal ou
realizar qualquer outro procedimento após o pagamento das dívidas”, afirma
Narelly. Os contribuintes que não
regularizarem todos os débitos listados no Relatório de Pendências que acompanha
o Termo de Exclusão dentro do prazo legal serão automaticamente excluídos do
Simples Nacional na virada de 2025 para 2026. Se for MEI, também será
desenquadrado do Simei a partir de janeiro de 2026. A analista do Sebrae-SP lembra que, caso haja
divergências nos valores ou débitos informados no Termo de Exclusão, os
contribuintes podem apresentar contestação ao Delegado de Julgamento da Receita
Federal.
Fonte: Sebrae-SP
Assista: https://youtu.be/5KMvbAqgogw
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