Quarta-feira, 15 de maio de 2024 - 08h00

A partir do dia 1º de agosto,
Microempreendedores Individuais (MEI) deverão ter cadastro atualizado no
sistema DET que quer dizer Domicílio Eletrônico Trabalhista. A ferramenta é
utilizada para notificar empregadores sobre tópicos burocráticos e para o envio
de documentos. O prazo inicial para registro era dia 1º de maio, mas a data foi
prorrogada pelo governo. O DET é uma plataforma do Governo Federal, gerida pela
Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE), que foi criada para facilitar a comunicação digital entre o empregador e
a Inspeção do Trabalho, sendo que a partir de agora o governo se comunicará com
você através do DET para enviar informações importantes, como: notificações
sobre autos de infração, convocatórias para audiências, publicações de guias e
formulários e comunicados em geral. Com o novo sistema tanto
o governo como as empresas ganham facilidades e agilidade nas conversações e
pesquisas. Mas todas as empresas já possuem o cadastro no Domicílio Eletrônico
Trabalhista (DET). Porém, é necessário realizar um primeiro acesso para
atualizar as informações, garantindo que eventuais notificações sejam
recebidas. O DET é disponibilizado de forma online e gratuita. E para isso
basta acessar o site https://det.sit.trabalho.gov.br, fazer o login com a
conta gov.br
com autenticação nível prata ou ouro. Ainda de acordo com o Governo Federal, não
há penalidade para o Microempreendedor Individual (MEI) que não atualizar seu
cadastro no sistema. No entanto, aqueles que não acompanharem as notificações
do sistema podem ter problemas. Se o empregador for notificado por um
Auditor-Fiscal do Trabalho e não retornar a notificação, pode ser autuado e
multado com base no Artigo 630 § 6º da CLT.
Assista: https://www.youtube.com/watch?v=ey1OjdTBU5Y
Já começou a funcionar o “Desenrola
Pequenos Negócios”
Os bancos começaram a oferecer, a
partir desta segunda-feira (13), uma alternativa para renegociação de dívidas
bancárias de Microempreendedores Individuais (MEI) e Micro e Pequenas Empresas
que faturem até R$ 4,8 milhões anuais, que poderão ter descontos que
podem ir de 40 a 90%, e logo pós a renegociação, a
liberação do crédito é imediata. Serão renegociadas dívidas não pagas até
23 de janeiro de 2024. A ação faz parte do Programa Desenrola Pequenos
Negócios, uma iniciativa do Ministério da Fazenda, Ministério do
Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte com o apoio da
Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Para aderir ao programa, o
microempreendedor ou pequeno empresário deve contatar a instituição financeira
onde tem a dívida. A orientação é buscar os canais de atendimento oficiais
disponíveis (agências, internet ou aplicativo) e, assim, ter acesso às
condições especiais de renegociação dessas dívidas. As condições e prazos para
renegociação serão diferenciadas e caberá a cada instituição financeira, que
aderir ao programa, defini-las. Só entrarão nas renegociações as dívidas
vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa. Não haverá
limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso.
Assista: https://youtu.be/wUD0PnE3c-Q
Feempi/Simpi quer que Fundo de Aval
Sebrae chegue aos MPE’s
De olho na ajuda que o governo federal
prepara para os pequenos negócios por meio do programa ACREDITA, e preocupado
com a manutenção dos empregos e da capacidade plena de produção, o presidente
do Sindicato da Micro e Pequenas Indústrias de Rondônia (SIMPI), Leonardo
Sobral enviou correspondência ao superintendente do Sebrae Rondônia, Clébio
Billiany de Mattos , sugerindo a utilização do Banco do Povo, que tem
especialidade em atendimento ao MEI, para ampliar o uso do Fundo de Aval
(FAMPE) que será oferecido pelo Sebrae, nos próximos meses. No programa do
Governo Federal Acredita, o Sebrae disponibiliza R$2 bilhões que deverá ser
utilizado como garantia real para empréstimos as MPE’s. O Fampe fornece
garantias a empréstimos bancários tomados por pequenos empreendedores e,
com isso, permite um aumento nas operações de microcrédito com taxas
mais baixas, maior prazo e melhor período de carência. O
Fundo atende as exigências das instituições financeiras para conceder
operações de crédito e pode alavancar empréstimos no valor de 8 a 12
vezes o patrimônio do tomador. Segundo Leonardo Sobral, “o grande problema
dos micro e pequenos são as excessivas barreiras que os bancos colocam
quando se busca empréstimo, quanto à exigência de garantias. Em
países que fomentam o empreendedorismo, esse tipo de aval é comum. Se
tivermos o aval e ficarmos sem esse problema do fiador, resolve-se 80% do
problema da falta de capital de giro, e capital de giro é emprego na veia”,
observa Sobral.
Simpi/Datafolha: Uma em cada quatro
empresas tem vaga e não consegue contratar
Os últimos dados revelam que os
indicadores de desempenho das micro e pequenas indústrias brasileiras
apresentaram uma queda significativa em comparação com o levantamento anterior,
realizado no bimestre de dezembro de 2023 e janeiro de 2024. Esta tendência já
havia sido observada na transição de 2022 para 2023. Além disso, aproximadamente
uma em cada cinco empresas (27%) possui vagas de emprego abertas que não
consegue preencher. Esse índice é superior ao registrado entre agosto e
setembro do ano passado (21%). A falta de capacitação da mão de obra disponível
no mercado é apontada como a principal dificuldade para contratação, seguida
pela escassez de pessoas disponíveis no mercado de trabalho. O Índice de
Contratação e Demissão das Micro e Pequenas Empresas (MPIs), classificado numa
escala de 0 a 200, registra 102 pontos, indicando que um número ligeiramente
maior de empresas está contratando (19%) em comparação com aquelas que estão
demitindo (17%). Em média, as empresas que estão contratando abriram 4 vagas
cada, enquanto as que estão demitindo cortaram 3 vagas, em média. Já O Índice
de Satisfação das MPI’s, que avalia a satisfação geral com os negócios, o
faturamento e o lucro, registrou uma redução de 9 pontos em relação ao bimestre
anterior, caindo de 127 para 118 pontos. Sobre o faturamento das MPI’s, a
satisfação caiu de 43% para 33%, esse é o pior desempenho registrado ao longo
do levantamento. A margem de lucro referente ao mês anterior das empresas,
também apresentou uma queda na satisfação e caiu de 38% para 32%. Quanto a
expectativa relativo á inflação O cenário segue pessimista, oscilando de 50%
que afirmaram que vai aumentar para 47%, o otimismo permanece estável, 11%
afirma que vai diminuir. No recorte o Estado de São Paulo é o mais pessimista,
mais da metade (52%) acredita que a inflação vai aumentar. A expectativa sobre
o poder de compra segue a tendência da inflação, e 45% esperam queda no poder
de compra nos próximos meses.
Descomplicando o Imposto de Renda
O Supervisor do Imposto de Renda do
Estado de São Paulo, o doutor Ricardo Roberto Mendes Ribeiro Júnior, foi o
outro convidado especial do programa. A conversa foi em torno de um tema
que afeta diretamente milhões de brasileiros: o imposto de renda. O Dr. Ricardo
compartilha seu amplo conhecimento sobre o processo de declaração, oferecendo
orientações práticas e esclarecimentos sobre questões frequentes. "A
Receita espera receber 43 milhões de declarações este ano", explica ele,
enquanto detalha o andamento do processo até o momento. "Já passamos da
metade do prazo, faltam 25 dias para a entrega e 22 milhões de brasileiros já
apresentaram sua declaração de imposto de renda." A preocupação com a
"malha fina" é abordada com cuidado e clareza. Dr. Ricardo enfatiza a
importância de evitar erros comuns que podem levar os contribuintes a serem
retidos para uma auditoria mais detalhada. Ele destaca a utilidade da
declaração pré-preenchida e a importância de reunir toda a documentação
necessária antes de começar o processo de declaração. "O principal temor
chama-se malha fina", reconhece ele. "A malha fina não é um bicho de
sete cabeças, mas é importante tomar cuidado para não cair nela. A omissão de
rendimentos é uma das principais causas." Além disso, o Dr. Ricardo
discorre sobre as mudanças na tabela do imposto de renda e nas condições de
obrigatoriedade, fornecendo informações sobre quem precisa declarar e quais os
limites de isenção e tributação. "A Receita Federal lançou uma ferramenta
muito importante que é um dispositivo que você no próprio site da Receita pode
verificar se você é ou não obrigado a declarar", explica ele.
"Utilize essa ferramenta para saber se você está ou não obrigado a
declarar.
Assista: https://youtu.be/ly7lUT9erGk
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