Porto Velho (RO) domingo, 24 de março de 2019
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Economia - Nacional

Volume de vendas do varejo cresceu 2,32% em agosto, diz IBGE


Agência O GloboNas comparações sem ajuste, o volume de vendas cresceu 6,27% sobre agosto de 2005. A alta foi de 5,30% no acumulado do ano de 2006 e de 5,10% no acumulado dos últimos 12 meses. Já a receita nominal avançou 7,46% ante igual mês de 2005, 6,96% na relação janeiro-agosto 2006/ janeiro-agosto 2005 e 7,47% no acumulado dos últimos 12 meses.Na comparação com agosto de 2005, sete das oito atividades do varejo obtiveram aumento no volume de vendas. Tiveram resultado positivo hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,48%); móveis e eletrodomésticos (10,65%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,04%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (26,57%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,36%); tecidos, vestuário e calçados (1,15%); livros, jornais, revistas e papelaria (4,28%); e combustíveis e lubrificantes (-6,58%).A atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,48%) respondeu por quase metade da taxa global do varejo. O desempenho reflete basicamente a melhoria do rendimento médio do trabalho, bem como o aumento do emprego com carteira assinada, de 3,5% e de 5,9%, respectivamente, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Com esse resultado, a atividade alcança, nos oito primeiros meses do ano, taxa de 7,23% em relação ao mesmo período do ano anterior, acumulando, nos últimos 12 meses, taxa de crescimento de 5,48%.O segundo maior impacto em agosto veio do segmento de móveis e eletrodomésticos (10,65%). Beneficiada basicamente pela permanência de condições favoráveis de crédito ao consumo e pela queda nos preços derivada da concorrência dos importados, a atividade registrou taxas de crescimento de 8,28% e de 9,46% nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses respectivamente.Apenas a Bahia (-0,42%) teve queda no volume de vendas entre julho e agosto. As outras 26 unidades da federação registraram alta. Os resultados mais expressivos vieram de Tocantins (8,46%); Maranhão (7,76%); Alagoas (6,21%); Amazonas (5,12%) e Goiás (4,78%).

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