Quinta-feira, 28 de junho de 2012 - 00h19
Foto: Aerton Guimarães 
Não é novidade que para o país crescer é preciso investir em uma melhor infraestrutura. Em comparação com outras nações de porte menor que o do Brasil, a malha rodoviária, ferroviária e a capacidade hidroviária ainda deixa a desejar. O tema foi o principal foco de discussões na abertura da 1ª Transpo Amazônia – Feira e Congresso Internacional de Transporte e Logística, realizada em Manaus (AM) na última terça-feira (26). O evento acontece até hoje (28).
Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade, a utilização de todos os modais de forma equilibrada é fundamental para o desenvolvimento saudável da economia. “A CNT vem trabalhando em busca disso. Desenvolvemos o Plano CNT de Transporte e Logística com esse intuito, visando a integração desses meios com a redução de custos”, explicou, ao ressaltar que o Amazonas é considerado uma escola em relação à utilização de hidrovias, e que todo o Brasil tem muito a aprender com isso.
Representante do governador do estado, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas, Ailton Claudino, reforçou a necessidade de se reduzir custos, tanto o custo Brasil como o amazônico. “Discutir sobre transporte e logística é trazer para nós as soluções que precisamos. Para consolidar o crescimento do polo de Manaus, com suas 600 empresas e R$ 41 bilhões movimentados anualmente, é preciso reduzir os custos com transporte”, disse.
O presidente da Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia (Fetramaz), Irani Bertolini, garantiu que os problemas de infraestrutura atuais podem ser solucionados com parcerias. “Tenho certeza de que se o governo fizer o papel dele, nós do setor de transporte vamos fazer bem nosso trabalho”, destacou.
Palestra
O primeiro palestrante do evento, o diretor geral do Instituto de Logística e Supply Chain, Paulo Fleury, falou sobre as oportunidades e os desafios da utilização do transporte intermodal na região amazônica.
Segundo ele, há inúmeras vantagens com a operação multimodal. “O dono da carga não precisa se aprofundar sobre cada modal para se salvaguardar em relação a eventuais danos. Em caso do dano, a responsabilidade é do operador de transporte multimodal (OTM)”, explicou.
Fleury citou dados que provam que o Brasil pode render muito mais no quesito transporte. Enquanto o potencial é de 50 mil km de hidrovia, apenas 13,6 mil estão em uso. Além disso, há apenas 29 mil km de ferrovias, 19,2 mil km de dutos, 31 aeroportos principais e 46 portos e 120 terminais de uso privativo, números muito abaixo do de outros países com territórios menores.
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