Porto Velho (RO) quinta-feira, 28 de maio de 2020
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Economia - Nacional

Serasa: Inadimplência de março cai frente a 2006


Agência O Globo SÃO PAULO - O índice de inadimplência dos consumidores em março deste ano foi 8% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Apesar disso, o primeiro trimestre do ano acumula alta de 1,2% em relação aos três primeiros meses de 2006. É o que aponta a pesquisa da Serasa na composição do seu Indicador de Inadimplência Pessoa Física. Segundo os analistas da entidade, os bons resultados deste ano são reflexo da alta base de comparação de março de 2006, quando a inadimplência foi considerada recorde. As melhores condições de renda e emprego no país também interferiram, segundo a Serasa, para conter a inadimplência na comparação anual. Também influenciou o resultado da pesquisa o maior comprometimento da renda da população com o crédito consignado e com financiamentos junto ao varejo. Na apuração do resultado de março frente ao mês anterior, porém, a Serasa apurou alta de 13,3% na inadimplência. Essa elevação já era esperada pelos analistas da entidade, em função da diferença de dias úteis entre fevereiro e março. Esta foi a menor alta registrada entre os dois meses desde 2003, quando o aumento na inadimplência ficou em 6,8%. As dívidas com os bancos representam 37,5% da inadimplência registrada em março deste ano. As dívidas com cartões de crédito e financeiras respondem por 31,2%, os cheques sem fundos, 28,7% e os títulos protestados, 2,7%. A representatividade das dívidas com os bancos vem crescendo nos últimos meses. Em março do ano passado, representavam 32,1% da inadimplência entre as pessoas físicas. Já os cheques sem fundos tiveram sua participação reduzida neste ano. Em março de 2006, somavam 33,2%. O valor médio das dívidas aumentou em todos os segmentos no primeiro trimestre de 2007. Para os bancos, ficou em R$ 1.271,61, para os cartões de crédito, em R$ 324,42, para os cheques sem fundos, em R$ 592,81 e para os títulos protestados, em R$ 802,79. A maior alta foi na dívida com os bancos, com aumento de 15,3% no valor médio. (Adilson Fuzo | Valor Online)

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