Porto Velho (RO) quinta-feira, 21 de junho de 2018
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Economia - Nacional

Queda dos juros favorece quem tem aplicação em renda fixa e na poupança


Agência O GloboSÃO PAULO -A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar os juros básicos em 0,5 ponto percentual, para 13,75% ao ano, interfere diretamente nas aplicações financeiras. Para o consumidor que tem dinheiro investido, a queda na taxa de juros também terá influência.Para o economista Mauro Giorgi, o corte vai beneficiar quem tem investimentos em renda fixa.- Como a taxa dessas aplicações é pré-fixada, o dinheiro renderá mais do que a Selic - diz.Este tipo de aplicação rendeu 1,28% em setembro, 10,41% no acumulado do ano e 16,99% nos últimos 12 meses.O mesmo quadro de vantagens ocorre com as ações, que flutuam conforme a bolsa de valores, e a poupança.- A correção é feita pela Taxa Referencial - lembra Giorgi.Em contrapartida, as aplicações em fundo DI (que acompanha a taxa Selic) não devem sofrer alterações com o corte nos juros.- Quem tem investimento aplicado em DI não terá rentabilidade extra como a renda fixa, mas o ganho será menor. Mas não é nada preocupante.A justificativa para o corte nos juros, anunciado na quarta-feira, é a tendência de queda da inflação e uma expectativa de crescimento menor que a esperada no início de 2006. Em setembro de 2005, a taxa básica de juros (Selic) era de 19,75%. Neste mês, iniciou-se um processo de queda da taxa.O mercado financeiro esperava uma inflação de 3%. Para 2007, a projeção está em 4,2%. A meta de inflação oficial para este ano é de 4,5%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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