Porto Velho (RO) quinta-feira, 22 de outubro de 2020
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Economia - Nacional

Produção industrial está no maior nível desde 1991


Cássia Almeida e Martha Beck - Agência O Globo RIO - A produção industrial no país cresceu 0,7% em agosto 0,7% na comparação com julho, já descontadas as influências sazonais, informou nesta quinta-feira o IBGE. Com o aumento, a indústria alcançou seu maior patamar da produção, ultrapassando o mês de maio, que até então era o maior nível da série histórica, iniciada em 1991. Em relação a agosto do ano passado, o aumento da produção chegou a 3,2%. - O número foi positivo. Tudo indica que o terceiro trimestre será certamente melhor que o anterior - disse Mantega. O aumento veio acima das expectativas do mercado. Analistas consultados pela Reuters previam um avanço de 0,56% no mês e uma alta de 2,74% em relação ao mesmo período do ano passado. - Nesse bimestre, de julho e agosto, a alta foi de 1,4%, puxada pela produção de bens de capital e de insumos, com a redução na categoria de bens não duráveis. Há uma tendência de crescimento verificada há cinco trimestres, de uma forma permanente, mas discreta. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, houve crescimento de 2,8% em relação a igual período de 2005. O crescimento acumulado nos útlimos 12 meses foi de 2,2%. O aumento observado no ritmo de produção atingiu 15 das 23 atividades analisadas na Pesquisa Mensal Industrial com avaliação mensal sazonalmente ajustada. Segundo o IBGE, entre os setores positivos estão o de produtos químicos (3,7%), equipamentos de transporte (11,0%), veículos automotores (1,1%) e máquinas e equipamentos (1,5%). Os resultados negativos mais significativos vieram de alimentos (-1,9%), farmacêutica (-5,3%) e metalurgia básica (-2,8%). Entre os setores, o de bens capital teve o melhor resultado, com crescimento de 2,8%. O setor apresentou o segundo mês consecutivo de aumento da produção e acumulou taxa de 4,0% entre junho e agosto. O setor de bens de consumo duráveis cresceu 1,6%, revertendo três meses de resultados negativos (que somaram queda de 1,7%). A produção de bens intermediários subiu 0,7%. A produção de bens de consumo semi e não duráveis caiu -0,9%) e foi a única que registrou recuo.

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