Domingo, 25 de fevereiro de 2024 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Economia - Nacional

Mulheres dominam o setor têxtil e de confecção no Brasil


São Paulo, 07 de março de 2013 – A participação feminina na população economicamente ativa é menor quando comparada à masculina. No entanto, num dos setores da indústria de transformação que mais emprega no Brasil, o têxtil e de confecção, as mulheres são maioria. Dos 1,7 milhão de trabalhadores diretos existentes no segmento, cerca de 76%, ou 1,3 milhão, são profissionais do sexo feminino, sendo que 40% delas são arrimo de família.

 

Principal pólo da indústria têxtil e de confecção do país, o estado de São Paulo emprega 390 mil das 1,3 milhão mulheres que atuam no setor, ou seja, 30% do total de trabalhadoras do segmento.

 

“Os números evidenciam que o setor têxtil e de confecção tem respondido positivamente ao desafio de abrir espaço de qualidade para a mulher no mercado de trabalho”, diz Alfredo Bonduki, presidente do Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Tecelagem e Fiação no Estado de São Paulo).

 

“Essas profissionais foram e ainda são de suma importância para que a nossa indústria chegasse ao potencial que tem hoje. Com 30 mil empresas espalhadas por todo o Brasil, é a quinta maior produtora mundial de têxteis e a quarta em vestuário”, acrescenta.

 

 

Quem são elas?

Segundo pesquisa RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho, 30% das mulheres que trabalham no setor têxtil têm entre 30 e 39 anos; 22% (de 40 a 49); 19% (de 18 a 24); 17% (de 25 a 29); 9% (50 a 64); e 3% (outras faixas etárias).

 

No segmento de confeccionados, o perfil etário é bem parecido: 28% têm entre 30 e 39 anos; 21% (de 40 a 49); 20% (de 18 a 24); 17% (de 25 a 29%); 10% (de 50 a 64);  e 4% (outras faixas).

 

No que diz respeito à escolaridade, 43% das mulheres que atuam na fabricação de produtos têxteis têm o ensino médio completo; 18% (ensino fundamental completo); 12% (ensino médio incompleto); 11% (da 6a. a 9a. série do fundamental); 5% (até a 5a. série do fundamental); 4,5% (superior completo); e 6,5% (outros).

 

Na indústria de confeccionados, 45% das mulheres têm o ensino médio completo; 21% (ensino fundamental completo); 13% (ensino médio incompleto); 10% (da 6a. a 9a. série do fundamental); 4% (até a 5a. série do fundamental); 2% (superior completo); e 5% (outros).


Fonte: Léia Alves ([email protected])

  

Gente de OpiniãoDomingo, 25 de fevereiro de 2024 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Programa Social: Novo Bolsa Família cumprirá teto de gastos, diz ministro da Cidadania

Programa Social: Novo Bolsa Família cumprirá teto de gastos, diz ministro da Cidadania

O programa social que pretende substituir o Bolsa Família terá o maior valor possível para o benefício dentro do teto de gastos, disse hoje (9) o mi

Banco do Brasil lança dois programas de desligamento incentivado

Banco do Brasil lança dois programas de desligamento incentivado

O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta segunda-feira (11) dois programas de desligamento incentivado. A expectativa é que a adesão chegue a 5 mil fun

Entre vinhos e lagostas Lewandowski instaura o caos + Não há empregos sem empresas

Entre vinhos e lagostas Lewandowski instaura o caos + Não há empregos sem empresas

Não há empregos sem empresasEm 1985, a inflação no Brasil atingiu o valor de 242,23%. Em 1986, com receio da aceleração descontrolada da inflação, o g

MEI: Quem terá direito ao vale de R$600 e como pedir? + COVID19 no Brasil: cuidados

MEI: Quem terá direito ao vale de R$600 e como pedir? + COVID19 no Brasil: cuidados

COVID19 no Brasil: cuidadosNa tentativa de conter a disseminação do novo Coronavírus (COVID19), diversos países do mundo reforçaram suas medidas de is

Gente de Opinião Domingo, 25 de fevereiro de 2024 | Porto Velho (RO)