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Economia - Nacional

Mercados: DIs oscilam sem tendência única em pregão de giro fraco na BM & F


Agência O Globo SÃO PAULO - Em dia de poucos negócios no mercado doméstico, as taxas DIs negociadas na Bolsa de Mercadorias e Futuros operam sem tendência única, com alguns vencimentos em alta, outros estáveis e alguns em queda. Apesar dessa falta de rumo, os agentes ponderam que as notícias são favoráveis no sentido de uma baixa das taxas, sobretudo a nova redução de previsões para a inflação demonstrada no Boletim Focus divulgado hoje. Às 14h20, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para julho declinava 0,01 ponto percentual, para 12,24% ao ano. O vencimento de outubro de 2007 subia 0,01 ponto percentual, a 11,91% ao ano. O vencimento de janeiro de 2008 sinalizava estabilidade, a 11,60% ao ano. O contrato para janeiro de 2009 registrava 10,98% anuais, com baixa de 0,01 ponto. Janeiro de 2010, por sua vez, projetava 10,75% ao ano, com recuo de 0,04 ponto. Entre os agentes do segmento a avaliação geral é de que o dia não revela tendência por falta de fluxo e, além disso, os investidores continuam bastante divididos sobre a possibilidade de uma corte maior da taxa de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em junho. A notícia de maior relevo para o segmento foi a revisão para baixo das estimativas do índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no Boletim Focus divulgado hoje. Conforme o levantamento, o índice oficial de inflação no acumulado nos próximos 12 meses caiu de 3,59% para 3,51%. A estimativa para o indicador no encerramento deste ano também declinou de 3,78% para 3,69%. Segundo o agente de uma corretora paulista, essa redução está associada ao resultado do IPCA-15, divulgado na semana passada, que ficou bem abaixo das expectativas. Essas previsões, portanto, de certa forma autorizam mais apostas em uma redução de 0,50 ponto percentual da taxa básica de juros em junho. Mesmo assim, os investidores estão preocupados com os indicadores de atividade na indústria nacional, que saem nesta sexta-feira. Os analistas levam em conta que a principal justificativa para a atuação cautelosa do Copom tem sido a forte atividade da indústria e do comércio, estimulada por uma demanda mais forte no mercado doméstico. (Bianca Ribeiro | Valor Online)

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