Porto Velho (RO) terça-feira, 24 de novembro de 2020
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Economia - Nacional

Governo e setor financeiro sofrerão maiores alterações no cálculo do novo PIB


Agência O Globo RIO - As atividades do governo e do setor financeiro sofrerão as maiores mudanças no cálculo da nova série do PIB, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O consumo do governo, que antes contabilizava apenas o consumo intermediário (gastos de custeio) e as remunerações dos funcionários públicos, passa a contar com o consumo de capital fixo do setor, como prédios, máquinas e computadores. Dessa forma, o valor total da produção do governo ficará maior em valores correntes, de acordo com o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Roberto Olinto. A atualização da produção do governo, anteriormente feita com base no crescimento demográfico, passará a ser feita comparando os dados dos valores de um ano com os do ano anterior. Segundo Olinto, a metodologia anterior era criticada por amortecer o crescimento no setor de serviços, pois o crescimento populacional vem desacelerando. Outra modificação diz respeito aos serviços financeiros. Pela primeira vez, o segmento vai incorporar os fundos de investimentos financeiros, por meio de dados fornecidos pelo Banco Central. O IBGE também passará a calcular os serviços financeiros e de intermediação financeira de outra forma, utilizando dados como as tarifas bancárias e os ativos e passivos bancários. Antes, os serviços financeiros e de intermediação eram atualizados com base no crescimento médio do valor agregado geral da economia. O coordenador do IBGE não informou qual será o impacto de tais modificações metodológicas sobre o resultado do novo PIB de 2006, a ser divulgado no dia 28 deste mês. O PIB do ano passado, segundo a metodologia antiga do IBGE, cresceu 2,9%. A nova série histórica do PIB, de 2000 a 2005, será divulgada no dia 21 de março. Para o período anterior a 2000, o IBGE criou novas tabelas a partir de 1995. (Ana Paula Grabois | Valor Online)

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