Porto Velho (RO) sábado, 4 de abril de 2020
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Economia - Nacional

Brasil adia compra de aviões de combate


O ministro da Defesa Celso Amorim anunciou que a compra de aviões de combate foi adiada durante entrevista publicada nesta sexta-feira pelo jornal americano "Wall Street Journal". Segundo Amorim, a decisão foi tomada por dificuldades econômicas.

"O projeto não está abandonado. Haverá uma decisão no momento oportuno. Mas no dia de hoje prefiro não fornecer uma data", declarou o ministro ao jornal.

"A situação econômica tomou uma direção menos favorável que o previsto e naturalmente isto requer prudência", acrescentou.

O governo deve adquirir 36 aeronaves em uma compra estimada em US$ 5 bilhões. Na disputa por este mercado, o Rafale do construtor francês Dassault Aviation compete com o Gripen do sueco Saab e com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing.

"Não diria que há uma empresa favorita", disse o ministro. "A questão importante é saber quando o faremos e então examinaremos novamente as propostas. Temos a necessidade de renovar a frota, mas devemos responder em função das possibilidades do país".

A FAB (Força Aérea Brasileira) pede a cada seis meses aos construtores em disputa que renovem seu interesse pela contratação ao prorrogar suas propostas. A última vez que fez o pedido foi no fim de junho.

Em 2010, o Rafale aparecia como favorito depois de um acordo entre Lula e o então presidente da França, Nicolas Sarkozy. Agora, a presidente Dilma Rousseff irá decidir pela compra.


FONTE: JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO COM INFORMAÇÕES DA FRANCE PRESSE, EM PARIS
 

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