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Economia - Nacional

'2010 foi um ano muito positivo', diz Raniery Coelho


 
Reunido, com seus principais assessores, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Coelho, afirmou que “O ano está se encerrando com um balanço muito positivo. As vendas de fim de ano, apesar '2010 foi um ano muito positivo', diz Raniery Coelho - Gente de Opiniãode algumas queixas, foi uma das melhores da década e nossa economia passa por um momento muito favorável”. Na ocasião fez questão de agradecer publicamente aos conselheiros da entidade, diretores, funcionários e colaboradores “Sem a ajuda de todos, certamente, não teríamos tido a expansão que o Sistema Fecomércio obteve este ano”. Raniery acentuou as dificuldades provenientes do falecimento do líder empresarial Francisco Linhares Teixeira, a quem muito devemos, dizendo que, no começo, “A responsabilidade de sucedê-lo foi imensa na medida em que se tratava de um líder com grande experiência e imenso trânsito”, acentuando que, graças ao fato de ter sido seu vice e ter participado ativamente das reuniões nacionais é que, apesar de ser um dos dirigentes mais novos do sistema, teve “a felicidade de ser eleito diretor do Conselho Nacional do Comércio-CNC justamente quando o Dr. José Roberto Tadros, nossa grande liderança na Amazônia, se tornou 1º vice-presidente da entidade”. Nós temos muito a ganhar com sua maior importância na CNC.
 

Um ano que, no seu final, foi muito positivo

Relembrando os fatos marcantes de 2010 Raniery Coelho afirmou que é inegável o crescimento do Sistema Fecomércio no Estado e sua participação crescente nas questões e bandeiras do comércio. Citou, como exemplos, as intervenções e movimentos como os realizados em prol da duplicação da BR-364, das Zonas de Processamento de Exportações, das pontes sobre o Rio Madeira, a indispensável luta que há de continuar pelo gasoduto de Urucu, pela conclusão da BR-319, pela internacionalização efetiva do Aeroporto Jorge Teixeira de Oliveira e pela Saída para o Pacífico.

“Nós, da Fecomércio/RO, inclusive via os sindicatos, temos tido um papel muito grande, e pouco conhecido, no acompanhamento de leis e regulamentos que impactam sobre o comércio. Sem ser exaustivo lembro que tivemos um papel importante na Lei do Micro Empreendedor Individual-MEI, inclusive, agora, apoiando a proposta do Simpi/RO, que virou projeto do senador Acir Gurgacz, de um teto de faturamento de R$ 72 mil e a permissão para dois empregos, a cobrança do Ministério de Minas e Energia para o problema dos “apagões”, a intervenção contra a lei de fechamento do comércio de Porto Velho aos domingos e feriados, na busca de extensão dos benefícios da Zona Franca, bem como tivemos papel decisivo para que fossem liberadas as exportações de produtos origem animal, entre muitos outros”.

Também destacou que, numa união com as principais entidades empresariais, promoveram um encontro com os candidatos ao governo no qual foi entregue um documento de subsídios para o plano de governo e o governador Confúcio Moura se comprometeu a, gradativamente, eliminar a substituição tributária. Um documento com os principais projetos para o desenvolvimento sustentável de Rondônia também foi entregue ao senador Valdir Raupp que o considerou “Um plano para, pelo menos, dois governos”.

Raniery destacou ainda que, desde janeiro, a Fecomércio/RO, realiza em conjunto com a CNC, a divulgação das pesquisas de Intenção de Consumo das Famílias de Porto Velho-ICF e da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência Dos Consumidores de Porto Velho-PEIC que mostra a intenção de consumo da capital, que tem se mantido num patamar mais alto que a média nacional, e o endividamento e a inadimplência que seguem o mesmo caminho.

Na opinião de Raniery Coelho “O ano de 2011 ainda será um ano de preparação dos alicerces do nosso Sistema e o próprio país, com um novo presidente, e o Estado, sob a nova direção do governador Confúcio Moura”, porém, que está otimista porque “As vendas nas principais datas do ano foram muito boas e fim do ano um dos melhores dos últimos tempos”. Com as medidas de ajuste das contas públicas e, possivelmente, o aumento das taxas de juros e a restrição de orçamento e de crédito, na sua opinião, “O primeiro semestre será um tempo de ajustamento, de redefinições, porém, creio que 2011 será um ano melhor ainda e acredito que, no segundo semestre, o Estado e o País voltarão a crescer a taxas acima de 5%”, concluiu desejando “A todos um tempo de prosperidade e sucesso em 2011”.

Fonte: Sílvio Persivo

 

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