Quinta-feira, 29 de junho de 2017 - 20h41
Para este Ato de lançamento do Selo que marca uma história tão importante deste ritmo genuinamente brasileiro, foram escolhidas apenas 4 cidades, as quais são o Rio de Janeiro, Cuiabá, Ubá e Porto Velho.
Deve ser motivo de honra e orgulho para todas as pessoas que por amor, fazem samba em Porto Velho.
Destaca-se que na hora da escolha da cidade, o Projeto Samba Autoral, teve grande peso e influência, para que Porto Velho fosse agraciado com este Ato histórico, para o nosso Samba que pulsa ainda mais Forte em nossa amada aldeia.
Trata-se de um reconhecimento de importância histórica e a influência na identidade cultural do Samba, bem como nas características dos estilos musicais do Brasil.
Em nome de todos que fazem esta história acontecer na cidade, três pessoas receberão as homenagens, são elas: Waldemir Pinheiro, nosso Zé Pereira do Carnaval carinhosamente conhecido como mestre Bainha, que representará o samba de Porto Velho, Antônio Chagas Campos, o Mestre Cabeleira, representando as Escolas de Samba e Silvia Pinheiro, representando o Projeto Samba Autoral e as Mulheres que também fazem samba.
A data de referência ao Centenário é o lançamento da canção Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, que é considerado o primeiro samba a ser gravado no Brasil, em 1917.
UM OLHAR NESTA HISTÓRIA
Para o jornalista e pesquisador Aloy Jupiara, do centro cultural Museu do Samba, a emissão do selo é o “reconhecimento do poder integrador do gênero musical e ressalta os valores e tradições das comunidades de sambistas que construíram o seu legado e movem a sua história rumo ao futuro”.
“No começo do século 20, o samba foi perseguido, assim como outras expressões populares. Foi tratado com preconceito e como caso de polícia. Depois, graças à resistência das comunidades e ao trabalho incessante de sambistas, passou a ser reconhecido como símbolo de identidade nacional, manifestação cultural e expressão de uma luta libertadora”, aponta Jupiara em texto sobre o centenário do samba e o significado da iniciativa dos Correios. Desde 2007, o samba – nas variações partido-alto, samba de terreiro e samba-enredo – é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio cultural imaterial do Brasil. (fonte: http://www.oestadorj.com.br/geral/correios-lanca-selo-em-comemoracao-ao-centenario-da-gravacao-do-primeiro-samba/)
FONTE: SILVIA FERRERIA DE OLIVEIRA PINHEIRO
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