Terça-feira, 26 de outubro de 2021 - 14h48

Todos os dias somos bombardeados por notícias e Fake News que retratam ou alimentam o Fascismo Nacional.
Com esse soterramento de fatos verídicos, por mais surreais que possam ser, e pelas mentiras e distrato à realidade, a única forma de não nos perdermos entre narrativas (validáveis) e alucinações de verdadeiros Alienistas foi ressuscitar o Diário.
Tentaremos ao máximo trazer o dia a dia, como crônica do cotidiano fascista, e assim indicar o que é fantasia, grosseria contra o real, e as ocorrências efetivamente verificadas.
Por exemplo: 1. É verdade que o botijão de gás já custa quase 120 reais; é mentira que vacina da COVID-19 causa AIDS.
Aqui temos um passado recente, situações de uma semana que ainda se refletem no imaginário nacional e nas práticas sociais.
Nesse exemplo, podemos dizer que o custo do botijão de gás alimenta o abandono do fogão, a troca pela lenha da época do Brasil colônia, e assim faz a sopa de ossos de cada refeição miserável.
Na deturpação da realidade e da ciência, "o perigo da AIDS", simbologia racista dos anos 1980, tem o intuito de "achar um culpado", criar inimigos-vacinados ameaçadores dos "transvacinados", fugir do holofote da CPI da COVID, e esconder o preço do gás de cozinha.
Ao escrever esse primeiro relato me lembrei de Sartre, no seu Diário de uma Guerra Estranha", destacando todos os malefícios do Estado de Sítio imposto pelo colonialismo francês na Argélia.
Esse "Diário de Sartre" será minha inspiração, assim como o Estado de Sítio, de Albert Camus, neste meu Diário.
O que há em comum nisso tudo?
Basicamente, não há só um Estado de Emergência Política, com efeitos catastróficos na sociedade e na vida ceifada de 600 mortes que poderiam ter sido evitadas, em sua imensa maioria.
Há uma emergência, a urgência de ontem, em barrar o Fascismo Nacional.
Será que no dia 15 de Novembro teremos forças para empunhar a Liberdade?
O Brasil precisa ser descolonizado dos efeitos e das causas fascistas, como fez a resistência argelina.
O Brasil precisa de um Sartre e de um Camus como vozes que denunciem ao mundo nossa dor, e que escrevam a simpatia, a empatia, a esperança em nossos corações.
Mesmo que isso demore 20 anos.
Por isso, enfim, denominarei esse primeiro Diário de Letras e Gritos da Esperança.
(Amanhã farei o Diário da Guerra Civil Dissimulada).
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