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Silvio Santos

Zekatraca - Lenha na Fogueira 11/11/10


Zekatraca - Lenha na Fogueira 11/11/10 - Gente de Opinião
 


OLHO - ”É melhor que os concorrentes se desiludam em levar para casa o Mapinguari do 1º lugar”

OPINIÃO

 

Horizontes e Fronteiras

do FestCineamazônia

 

Por Silvio M. Santos

 

A programação de abertura da 8ª Edição do FestCineamazônia foi de longe a melhor entre as melhores

Com todo respeito à Lucélia Santos, Dira Paz, Marcos Palmeiras, aos vivos e os que já partiram para outro plano que já participaram como convidados especiais, nas últimas sete edições do Fest Cine Amazônia. Com todo respeito aos músicos do grupo de chorinho que em determinada edição do festival, recepcionavam o público na entrada do Cine Veneza executando inesquecíveis chorinhos; Com todo respeito aos que já somaram com o Jurandir na produção do evento, enfim, com todo respeito a todas as produções dos sete últimos festivais, mas, a programação de abertura da 8ª Edição do FestCineamazônia agora Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental, foi de longe a melhor entre as melhores.

De início, o documentário Horizontes e Fronteirasprotagonizado pelo compositor, poeta e cantor Bado dirigido pele Jurandir Costa e pela Fernanda Kopanakis, é de alta qualidade e mais que isso, é uma verdadeira aula de história, geografia, cultura e porque não dizer, de aventura.

Não sei se o vídeo está participando da mostra competitiva, mas, se estiver, é melhor que os concorrentes se desiludam em levar para casa o Mapinguari do 1º lugar.

O negócio começou a ficar bacana desde a entrada, quando registramos o maior público de uma abertura do Fest Cine se acotovelando para conseguir um espaço no tapete vermelho aveludado, que ia da calçada, até a porta de entrada do teatro Banzeiros, aliás, era como se estivéssemos num barco recreio começando uma viagem pelos horizontes da Amazônia ciceroneada pelo índio Fidélis Baniwa que anuncia Bado e banda com o tema musical do vídeo “Horizontes e Fronteiras” – “O chão é a nossa casa, a natureza encena rastro, pó, poeira/Não tem mapas nem fronteiras/Não! Não tem não...”.

E não tinha mesmo, porque o Jurandir e a Fernanda fizeram a junção da cultura da Amazônia com a do Sudeste através ao colocarem lado a lado dois monstros da verdadeira música brasileira, Celso Viáfora e Nilson Chaves.

A platéia em êxtase aplaudia e cantava as canções dos dois ícones da MPA/MPB. E aí você partiu pro Canadá e eu fiquei no Banzeiros naquela de já vou já. Fui ficando querendo mais e mais dos dois cantores e elas foram saindo. Da janela de um hotel Viáfora fica “Olhando Belém” e dá de cara com o Nilson Chaves curtido o verdadeiro “Sabor Açaí” e saiu dizendo isso é “A Cara do Brasil”, foi quando o Nilson se deu conta de que estava ficando com a “Perola Azulada” o público cantou junto: Eu amo você terra minha amada/Minha oca meu iglu, minha casa/Eu amo você pérola azulada/ Conta no colar de Deus, pendurada/A benção minha mãe...”

A viagem pelos horizontes e fronteiras da nossa música, ultrapassou o horário programado afinal de contas os dois cantores começaram a invocar os santos através do refrão: “Eu sou devoto de Santo Expedito/Quando ninguém crê eu acredito/Ninguém vai lá ver eu vou!”. É mais o show chegou ao fim com Nilson e Viáfora aplaudidos de pé. Mais um, mais um pediu a platéia e eles votaram e cantaram juntos de Viáfora o Papai Noel de Camiseta: Papai Noel irá chegar de camiseta/Metido num chinelo e de bermuda jeans/Tocando agogô invés de uma sineta/Cantando do chará o "Palpite Infeliz"/Então, será NatalA noite vai ser mais feliz.

 

 

 


 

 

Hoje tem a Seresta Cultural no Mercado Cultural.

 

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Na coluna de ontem chamei a atenção da direção da Iaripuna para os problemas que vêm acontecendo durante essa programação já há algumas semanas.

 

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Queremos deixar bem claro, que não somos contra a realização do evento. Muito pelo contrário, concordamos e até elogiamos sua realização.

 

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O que acontece, é que de uns tempos para cá, praticamente toda quinta feira, uma cantora arma o maior barraco no ambiente.

 

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Somos fã de carteirinha da figura, mas, não sabemos explicar e nem por qual motivo ela se veste de estrela ou de dona da cocada preta, e fica sacaneando com a coordenação da seresta.

 

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Por outro lado, a pessoa que se diz responsável pela coordenação do evento, não tem jogo de cintura para administrar o entrevero que a cada quinta feira fica mais “brabo”.

 

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Quero aqui externar ao amigo Heitor Almeida todo o apoio, pois, sabermos do seu esforço para colocar em prática tão salutar idéia.

 

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Aliás, ontem ele me ligou querendo tomar satisfação a respeito do que saiu na coluna.

 

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Amigo, não estamos aqui para passar a mão na cabeça desse ou daquele, só por é nosso conhecido.

 

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No caso, o que cobramos foi mais respeito para com os freqüentadores do ambiente.

 

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Por falar nisso, sexta feira passada uns engraçadinhos tentaram aprontar durante o show que a Secel em parceria com a Iaripuna realizou no Mercado Cultural em comemoração ao Dia da Cultura.

 

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Justamente na hora da apresentação da Fina Flor do Samba. Não é a primeira vez que a mesma pessoa apronta.

 

 

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O que quero alertar é para o perigo de perdermos o espaço.

 

 

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Vamos deixar a roupa suja para lavar em casa, não durante o espetáculo.

 

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Hoje vou cantar algumas serestas na programação coordenada pelo Heitor Almeida no Mercado Cultural.

 

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Pode ser?

 

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Por falar em evento cultural.

 

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Estamos vivendo dois momentos muito importantes culturalmente falando.

 

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Um é a 8ª Edição do FestCineamazôpnia e a II Feira do Livro.

 

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Ações como essas precisam ser prestigiadas pelo público,

 

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Os diretores dos colégios, principalmente do Ensino Fundamental, devem procurar os organizadores desses eventos ou então a secretaria de educação, no sentido de conseguir condução para deslocarem os alunos até os locais dos eventos.

 

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Mesmo com a coordenação de o FestCine manter na programação a versão a “Escola vai ao cinema” quando leva até a sala de exibição alunos de colégios previamente selecionados. É necessário uma maior participação dos alunos no evento.

 

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A Feira do Livro também providencia condução aos colégios interessados em levar seus alunos até o local onde está acontecendo à feira.

 

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Isso é muito bom para o aprimoramento dos conhecimentos culturais da nossa juventude.

 

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Estive lendo nos jornais sites os nomes das pessoas nomeadas pelo governador eleito que já estão cuidando da transição.

 

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Não vi o nome de nenhum daqueles que apareceram na Secel se dizendo da equipe da transição.

 

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Por falar em transição o movimento na Casa Amarela está bastante acentuado!

 

  


 

 

NOITE DO PIJAMA

É crime não saber ler

A Escola Estadual de Educação Especial Professor Abnael Machado de Lima (CENE), realiza nesta quinta-feira, (11), A Noite do Pijama. Um evento interno da instituição, que tem por objetivo promover uma noite de confraternização entre alunos, professores e equipe técnica. Varias atividades serão desenvolvidas, entre elas uma apresentação especial do espetáculo “É Crime Não Saber Ler” realizada pelo Grupo de Teatro Evolução.

 A peça será apresentada às 22h, nas dependências da escola, localizada na Av. Amazonas. Toda a comunidade escolar terá a oportunidade de assistir, pela primeira vez, o trabalho voluntário do Grupo Evolução. O espetáculo é um monólogo apresentado pelo ator Eules Lycaon, com a participação de Mika Cardoso e André Ribeiro. Na operação de som, Jane Carla e iluminação, Roniel Souza. A direção é do próprio Lycaon.

 Escrito por Luis Antonio de Araújo, o texto “É Crime Não Saber Ler”, narra a história de um caboclo analfabeto e demonstra o enorme, se não o maior, crime já perpetrado contra uma pessoa ou contra um povo: o da ignorância imposta pelos interesses particulares de muitos... Desde quando se promete acabar com o analfabetismo, que ao contrário aumenta dia-a-dia? Quando o homem do campo, sem perspectiva para a vida... Sem o amor de si e de outrem... Supondo-se traído eternamente, não valoriza a vida e extingue-se o amor, o único significado para viver. O caboclo do espetáculo “É Crime Não Saber Ler”, porque não sabe ler, porque não pôde estudar, porque não lhe ensinaram, cultiva um sentimento voraz ao qual chamamos de ciúme. O exemplo rural é também urbano e humano. E de quem é a culpa, se culpa há? Não pode haver crime maior que impedir, por qualquer motivo, que a nossa gente aprenda a ler.

Grupo Evolução pelos telefones 69 8413-5465 / 3227-0125 ou pelo e-mail gte-pvhro@hotmail.com

 

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 Fonte: Sílvio Santos - zekatracasantos@gmail.com  
 
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