Porto Velho (RO) quarta-feira, 24 de abril de 2019
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Silvio Santos

Superintendente da Sejucel Recebe produtores culturais - Ambulantes precisam solicitar licença para trabalhar no Carnaval


Superintendente da Sejucel  Recebe produtores culturais - Ambulantes precisam solicitar  licença para trabalhar no Carnaval - Gente de Opinião

Lenha na Fogueira



Poxa vida, minha amiga Elizabeth Madeira de Assis me fez voltar no túnel do tempo, ao postar no grupo saudosismo portovelhense a foto que reproduzo aí em cima.

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Era o carnaval de 1987 e a escola á a Unidos da Castanheira. e o que estou fazendo no desfile da escola da Arigolândia se minha escola era a Pobres do Caiari.

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Acontece que o Samba de Enredo era de minha autoria em parceria com o Torrado, daí minha presença na avenida. Vamos contar a história do carnaval daquele ano de 1987.

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Por um pequeno problema que aconteceu na disputa do samba de enredo da Escola de Samba Os Pobre do Caiari, na qual o vencedor foi o Bainha e eu me achando prejudicado, aceitei fazer o samba Unidos da Castanheira a convite de outro dissidente da Caiari meu amigo José Carlos Lobo e como o Torrado era o intérprete principal da escola o convidei para ser meu parceiro.

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Isso não quer dizer que traí minha escola, pois desfilei pela Caiari cantando o Samba do meu amigo particular Bainha sem problema nenhum.

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Na foto estou admirando o Torrado (um dos melhores interpretes de samba enredo da Amazônia), puxando o refrão: Quem sabe, sabe. Quem não sabe, vai embora. Ou é calça de veludo, ou então bumbum de fora...”. A escola não ganhou o título, mais o samba, até hoje é cantado em tudo quanto é roda de samba.

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O carnaval de 1987 marcou deveras minha vida de compositor de samba enredo. No dia da finalíssima do concurso de samba da Pobres do Caiari na qual vi meu samba ser derrotado, pelo juri que preferiu o samba do Bainha que por sinal era e é muito bom.

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O que mais me deixou chateado, foi que perdi no Voto de Minerva, pois, nosso samba havia empatado na nota dos jurados e o presidente da Escola que não tinha que dar pitaco na decisão do juri, achou de subir no palco e anunciar que como presidente da escola: “Elejo o samba do Bainha vencedor”.

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Assim que o resultado foi proclamado, no calor da decepção, falei para os diretores da escola. “VOU GANHAR DE VOCÊS NA AVENIDA”.

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Flávio Daniel vivia me instigando a participar do concurso de samba de enredo da Diplomatas cujo tema era de sua autoria: “SIMPATIA É QUASE AMOR”. Torrado à época, não saia do Chaveiro Gold do Manelão que funcionava na Galeria do Ferroviário e me convidou para ser seu parceiro no samba da Diplomatas.

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Por insistência do Flávio Daniel já conhecia a sinopse porém, falei pro Manelão que não tinha coragem de trair minha escola Pobres do Caiari, fazendo samba principalmente, para a Dilomatas. E o Torrado: “Cumpadre vamos fazer o samba juntos”.

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Torrado me apareceu com uma letra e melodia muito boa, só faltava parte da segunda parte e o refrão de virada, ou melhor, finalizar o samba.

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O dia o encerramento das inscrições foi chegando e nada deu concordar em participar. Deixa que já havia feito minha parte do samba, porém, não falei pra ninguém.

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As inscrições se encerravam a meia-noite daquele dia. Saímos do Chaveiro eu, Manelão e Torrado e fomos pra minha casa, e o Torrado aperreando e eu nada de terminar o samba,

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Quando deu ONZE E MEIA da NOITE falei: Torrado canta aí a tua parte! Quando ele terminou, eu cantei o final do samba com o Refrão “Pra amar tem gay, Sapatão e Tem Piranha, Simpatia é Quase Amor, Nessa Vida Tão Estranha...”.

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Entregamos a fita e letra do samba faltando menos de cinco minutos para a Meia Noite. Resultado, ganhamos o concurso, a escola foi campeã e então lembrei aos diretores da Pobres do Caiari.

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Não disse que ganharia de vocês na AVENIDA!


Superintendente da Sejucel Recebe produtores culturais




Com o propósito de alinhavar o discurso cultural, entre a Sejucel e o Movimento Cultural no estado de Rondônia, integrantes do Pro Cultura foram recebidos na manhã de ontem 05, pelo Superintendente Jobson Bandeira dos Santos.

Na oportunidade, os produtores culturais sugeriram, que a atual gestão da Sejucel, não deixe de utilizar a ferramenta Edital, no sentido de fomentar projetos culturais dos nossos artistas. “É a forma mais democrática de se contribuir com projetos desenvolvidos pelos nossos produtores. O Edital elimina a Cultura de Balcão”, disse a advogada Bebel. O cantor e compositor Márcio Biezek também fez explanação das atividades do Pro-Cultura lembrando que em breve, será realizado o 2º Encontro de Gestores de Cultura. O primeiro aconteceu em Ariquemes com apoio da prefeitura local e agora estamos estudando a possibilidade de levarmos o Encontro para outro município”. Completou Marcos.

Após ouvir as posições dos presentes, Jopbson solicitou que lhes fossem passadas as demandas da classe e principalmente que o mantivesse municiado de informações para juntos, defenderem a Emenda que está na pauta da próxima seção da Assembleia Legislativa de Rondônia, que ajusta o repasse de responsabilidade do governo estadual, ao Fundo Estadual de Cultura que “Precismos lutar para que seja aprovada e sancionada”, disse Jobson lembrando que o valor, caso a emenda seja aprovada, vai girar em torno de R$ 6 Milhões. “É um grande reforço no nosso orçamento”.

Entre os presentes anotamos a advogada e militante cultural Jória Lima, diretor e ator de teatro Chicão Santos, Advogada pós graduada em Gestão Cultural Bebel Silva; Gerente de Cultura da Sejucel Carmélia, Michelle Tolentino do Pro Cultura a jovem Nery funcionária da Sejucel e Sílvio Santos.

A próxima investida do Movimento Pro Cultura, é levar as reivindicações do movimento, ao governador Marcos Rocha. “Vamos tentar agendar essa reunião com o governador, antes do dia 19, para solicitar seu empenho na aprovação da emenda que destina ao Fundo de Cultura 0.1% dos recursos do estado”, finalizou Biezek.



FOLIA

Ambulantes precisam solicitar licença para trabalhar no Carnaval




O Departamento de Posturas do Município já está cadastrando os ambulantes que desejam vender bebidas, comidas e adereços durante os desfiles dos blocos de carnaval em Porto Velho. O prazo segue até o dia 28 de fevereiro e é importante atentar para as regras de segurança para não cometer infrações durante a folia.

O diretor de posturas, Rainey Viana, explica que os ambulantes não podem vender bebidas em vasilhames de vidros e os que utilizam fogo, ou mesmo sanduicheiras, devem estar acomodados dentro de barracas para não levarem risco para os brincantes.

Muitos ambulantes já nos procuram para solicitar a licença, mas têm aquelas pessoas que aproveitam o período de carnaval para ganhar um dinheiro extra. Essas também precisam solicitar a licença, pois estaremos em todos os blocos e quem for flagrado sem a licença ou praticando alguma infração, terá a mercadoria apreendida e pode ser multado”, esclarece Rainey.

Ainda conforme o diretor de posturas, os ambulantes devem ficar em locais fixos e não circular no meio dos blocos. O Departamento de Posturas está localizado na Rua Aparício Moraes, 3616, Bairro Industrial, em Porto Velho, no mesmo prédio da Semusb.



Credenciamento de artistas segue até dia 15

Até o próximo dia 15, os artistas de Porto Velho, que queiram participar de eventos promovidos pela prefeitura, devem se cadastrar na Funcultural. Neste ano, a pasta deve realizar 104 ações culturais, com a contratação de 100 artistas, bandas e grupos.

Quando o assunto é arte e cultura, nossa capital não deixa a desejar! Do samba ao rock, da poesia à boemia, tudo isso, nossos artistas locais têm a oferecer. E é pensando nisso que estamos fazendo o cadastramento, para seleção de bandas e artistas locais, para eventos culturais públicos, realizados pela Prefeitura”, disse o presidente Antônio Ocampo.

Para mais informações, os interessados devem acessar o edital no link: http://pvh.mx/9EL ou comparecer na Funcultural, à rua Elias Gorayeb, 1514 - terceiro andar, das 8h às 14h, com os documentos solicitados, conforme edital, em envelope.

Ainda conforme Ocampo, os artistas e seus grupos e bandas selecionadas, terão direito a receber cachê ou ajuda de custo pelas apresentações, que podem ocorrer em qualquer distrito do Município. “Essa é a melhor forma de se promover a cultura e valorizar nossos artistas”, finalizou Ocampo.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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