Porto Velho (RO) domingo, 18 de novembro de 2018
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Silvio Santos

Show das escolas de samba pelo centenário de Marise


Show das escolas de samba pelo centenário de Marise - Gente de Opinião

A festa em comemoração ao centenário da professora Marise Magalhães Costa Castiel, promovida pela Academia de Letra de Rondônia – ACLER emocionou as pessoas, que compareceram a Casa da Cultura Ivan Marrocos, na noite da última segunda feira (5). A solenidade começou com a apresentação do Coral do Tribunal de Contas antecipada, em virtude de compromissos a serem cumpridos pelo Coral.

Atuando como mestre de cerimônia, o acadêmico José Monteiro conduziu as atividades que passaram acontecer, no palco “Vila Erse” no quintal da Casa da Cultura. Os oradores então passaram a usar da palavra lembrando passagens da vida da professora Marise Castiel que entre outras coisas, criou a Escola Norrnal do Guaporé hoje Instituto Carmela Dutra; criou o arranjo da primeira versão do hino Céus de Rondônia; foi a primeira mulher eleita vereadora em Porto Velho, além de ter assumido a Direção da Educação cargo equivalente ao de Secretária de Educação por várias vezes. Como carnavalesca coordenou o bloco do Clube Ypiranga além de ser responsável pela introdução nas escolas de samba de Rondônia de “Enredos” em especial, na escola de samba “Os Pobres do Caiari” pela qual foi campeã em vários carnavais.



Apesar da festa ser uma homenagem da Academia de Letras, a Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas – Fesec que tem a frente o presidente Reginaldo Cardoso – Makumbinha apresentou os casais de Mestre Sala e Porta Bandeira de seis das sete agremiações filiadas: Os Diplomatas do Samba, Acadêmicos do São João Batista, Império do Samba, Acadêmicos do Armário Grande e Asfaltão. A sambista Ana Célia Santos representou a escola de samba “Os Pobres do Caiari” dançando como Porta Bandeira e tendo como parceiro, o mestre dos mestres-salas de Rondônia Antônio Chagas Campo o C abeleira.



No palco “Vila Erse” a  trupe da bateria “Pura Raça” da escola Asfaltão com o cavaquinista Nilson, sob o comando do Makumbinha acompanhou os interpretes Dimarcy, Bainha e Sílvio Santos interpretes dos sambas de enredos, pesquisados pela professora Marise Castiel e colocados na avenida pela escola de samba Os Pobres do Caiari. A cada refrão do samba de Sílvio em homenagem a Marise os aplausos ecoavam pelas galerias da Casa da Cultura.