Porto Velho (RO) quinta-feira, 23 de maio de 2019
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Gente de Opinião

Silvio Santos

Lenha na Fogueira - Prefeitura constrói palco de concreto na praça CEU - Petrobras corta apoio a 13 projetos Culturais


Lenha na Fogueira - Prefeitura constrói palco  de concreto na praça CEU - Petrobras corta apoio a 13 projetos Culturais - Gente de Opinião

Lenha na Fogueira

 

Emocionante mesmo foi a homenagem que os sambistas prestaram ao Ernesto Melo – O Poeta da Cidade na tarde do último sábado, durante a 40ª Edição do Samba Autoral no Bar do Calixto.

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Pouquíssimas vezes o Samba Autoral registrou número tão elevado de presentes, como aconteceu no sábado passado. Foi coisa de louco. Parabéns família Asfaltão pela iniciativa, parabéns especial ao Ernesto Melo.

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Agora o babado mesmo que está pegando, é a entrevista com o superintendente da Sejucel Jobson Bandeira, publicada neste domingo.

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Os comentários nas redes sociais são os mais diversos, alguns a favor da FEDERON e outros do Superintendente, O negócio ta pegando pra valer.

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A maioria exige que o presidente da Federon Fernando Rocha se posicione, logo sobre se a Federon vai ou não vai concordar com a proposta da Sejucel. A turma está cobrando a todo momento essa posição.

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Por falar nisso, num primeiro momento Fernando Rocha colocou que realmente a FEDERON não concorda com as propostas do Jobson Bandeira. Fernando postou sua posição, mais até agora não expediu nenhuma nota oficial sobre essa posição.

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Particularmente Fernando informou esse colunista de que, ainda esta semana, vai comunicar a SEJUCEL, que os grupos folclóricos filiados a FEDERON não concordam com a proposta do governo e assim sendo, não vão se apresentar no ARRAIAL FLOR DO MARACUJA neste ano de 2019.

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Disse Fernandão que a diretoria de Federon já está trabalhando a realização de um ARRAIAL independente. “A SEJUCEL pode até realizar o Flor do Maracujá, porém, sem contar com a maioria do grupos filiados à FEDERON”, disse Fernando.

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Quando ele disse: “A maioria”, foi porque existem alguns grupos que concordam com a proposta da SEJUCEL , como é o caso da Junina Forte Príncipe e da Nova Junina do Orgulho, entre outros. Esses dois estão providenciando uma reunião com a Sejucel para com certeza, se colocarem a disposição para dançar no Arraial do governo.

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Inclusive a diretoria da FEDERON tá providenciando concurso para escolher o nome do novo ARRAIAL: Alguns já presentaram suas sugestões: “Arraial da Federon”; “Arraial Folclórico da Federon”.

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Porém, o que está recebendo maior adesão é: “ARRAIAL MARACUJÁ DA FEDERON”.

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A minha humilde experiência no assunto, diz que as partes ainda vão chegar a um acordo e o verdadeiro Arraial Flor do Maracujá acontecerá como o programado. Aliás, só não acredito que vai acontecer no mês de junho.

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O negócio é deixar a vaidade de lado e entrar num acordo. Só quem vai ganhar é a cultura popular de Rondônia,

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Já pensou o governo Marco Rocha entrar para a história como o único governo, a não realizar o maior evento folclórico do Norte o Arraial Flor do Maracujá ou então:

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O governo que “ACABOU” com o Arraial Flor do Maracujá.

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Uma coisa é certa: Os grupos estão ensaiando todas as noites nas quadras de esportes dos colégios, isso quer dizer, que não estão botando muita fé nessa discussão entre Sejucel e Federon.

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Enquanto isso, vamos nos concentrar na programação da Semana Santa que foi aberta com o Domingo de Ramos e prossegue até Sexta Feira, com a realização da procissão do Senhor Morto.

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Omedino Pantoja que até pouco tempo, atuou como Cristo na peça O Homem de Nazaré produzida pelo Grupo Êxodo, está de viagem marcada para Belém – PA onde vai atuar também como Cristo em peça semelhante.

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É isso mesmo, o Cristo que perdeu o papel em Porto Velho, vai atuar em Belém – PA. Parabéns Omedino!

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Pra encerrar, aguardem mais um capítulo da novela Arraial Flor do Maracujá - 2019. 


Prefeitura constrói palco de concreto na praça CEU


A Prefeitura de Porto Velho, através da Fundação Cultural do Município (Funcultural), construiu um palco de concreto para execução das atividades de dança e apresentações culturais na Praça CEU (Centro de Esportes Unificados), que fica localizada na zona Leste.

Atualmente, o local disponibiliza diversas atividades para a população daquela região, entre elas, aulas de ritmos, zumba, escolinhas de futsal, basquete e vôlei para crianças de 7 a 12 anos. Também foi implantado um polo do programa ‘Viver Ativo’, que atende pessoas da terceira idade e outras práticas de esporte e lazer. Todas as atividades funcionam de maneira integrada, envolvendo diversas secretarias municipais.

Conforme explicou Euzébio Lopes, subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdestur), a construção do palco vai melhorar a didática dos professores e instrutores, na hora de desenvolver suas atividades naquele local. “Vale ressaltar que, as atividades da CEU atendem milhares de pessoas diariamente e essa obra é muito importante, pois a Funcultural vem sendo grande parceira da Semdestur”.

Comdecom


SUSPENSÃO

Petrobras corta apoio a 13 projetos Culturais, - Festivais de Cinema


Por Thaísa Oliveira 

Treze projetos culturais historicamente patrocinados pela Petrobras não vão receber o apoio da estatal neste ano.

A lista de cortes inclui três dos principais festivais de cinema do país: a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival do Rio e o Anima Mundi, o maior festival de animação da América Latina. A relação está num documento enviado pela estatal aos deputados federais Áurea Carolina e Ivan Valente, do PSOL, e obtido pela reportagem da CBN/Rio

A Petrobras também não poupou o festival de cinema mais antigo do país: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A empresa foi a maior patrocinadora das últimas 11 edições do evento. Só no ano passado, foram R$ 600 mil em patrocínio direto e em contratos de distribuição. O produtor cultural Henrique Rocha, diretor geral do Festival em 2017 e em 2018, diz que o corte enfraquece a produção dos eventos:

"O que eu imagino é que a gente vai ter um ano de míngua. A gente corre um risco muito grande de interromper projetos continuados, que têm uma longa tradição, que têm muita importância, que têm um público imenso e que podem, simplesmente, serem realizados ou de forma pífia ou nem serem viabilizados."

A Petrobras também decidiu não patrocinar o tradicional Prêmio da Música Brasileira, que, no ano passado, recebeu R$ 2,5 milhões. A Casa do Choro do Rio de Janeiro e o Clube do Choro de Brasília também estão na lista. O presidente do Clube do Choro soube dos cortes pela reportagem da CBN. Reco do Bandolim afirma que ainda não sabe de onde vai vir o dinheiro para manter a instituição: 

"A gente está vivendo momentos de angústia. Se a gente não fechar com a Caixa ou se a gente ficar sem o aceno de uma outra instituição que possa estender a mão, nós estamos sem opção."

O fim dos contratos está ligado à orientação da nova diretoria, que já mandou revisar todos os programas de patrocínio. No documento, a Petrobras diz que o estudo ainda está em fase inicial. Numa audiência na Comissão de Cultura na semana passada, o gerente de patrocínios da empresa, Diego Pila, afirmou que a estatal só vai honrar os contratos vigentes:

"A gente não está fazendo nenhuma renovação de patrocínio de cultura e esporte, em qualquer área. A gente não teve nem que ter critérios para fazer o corte, foi geral. A gente tinha lançado uma seleção pública na área de música em dezembro do ano passado e esse é o único patrocínio novo que está sendo feito, tanto para cultura, como para esporte."

No teatro, a Petrobras também cortou o patrocínio do Teatro Poeira, no Rio de Janeiro, além do Festival Porto Alegre em Cena e do Festival de Curitiba, que receberam recursos pela última vez em 2017. O corte também atingiu o Festival de Cinema de Vitória, o CineArte, na Avenida Paulista e a Sessão Vitrine, um projeto que fazia a distribuição de filmes nacionais em cinemas de 21 cidades.
   

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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