Porto Velho (RO) quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
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Silvio Santos

Lenha na Fogueira - Manifesto do PaCultura é lido na Conferencia em Porto Velho


Lenha na Fogueira  - Manifesto do PaCultura é lido na Conferencia em Porto Velho - Gente de Opinião

Lenha na Fogueira 

Hoje é o último dia para os vencedores dos prêmios Zezinho Maranhão de Música e D’palma de Dança apresentarem a documentação exigida.

 

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A relação com os Finalistas dos prêmios D’Palma e Zezinho Maranhão, foram anunciados dia (26) no Diário Oficial (DIOF), pela Superintendência Estadual de Juventude, Cultura, Esportes e Lazer (SEJUCEL).

 

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O resgate com êxito do Arraial Flor do Maracujá resultou em reivindicações classistas e populares ao governo estadual, no sentido de estudar a retomada da Exposição Agropecuária de Porto Velho no Parque dos Tanques, e também o Duelo na Fronteira, a notável disputa dos bois-bumbás azul e vermelho, em Guajará-Mirim.

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A Exposição Agropecuária que ficou conhecida como Expovel, foi retirada do calendário de eventos de Porto Velho e em consequência do estado de Rondônia, simplesmente por disputas políticas entre dois grupos.

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Não citarei nomes, para não me complicar, porém, é do conhecimento de muitos, que sem força para determinar que a nossa Feira Agropecuária não mais receberia ajuda financeira através de emendas parlamentares.

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O governador de plantão autorizou a demolição de todos os prédios (galpões|) ali existentes, isso quer dizer: Demoliu a estrutura onde os pecuaristas expunham seus rebanhos de bovinos, suínos, caprinos e equinos.

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Jamais o governador em apreço, autorizou a publicação e nem publicou qualquer documento ou portaria, proibindo a realização da Expovel no Parque dos Tanques.

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Ele apenas mandou demolir toda a estrutura e sem estrutura, os responsável pela Expovel ficaram no mato sem cachorro.

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Como os realizadores do evento, estavam acostumados a montar a Feira em cima do dinheiro público, não meteram a mão no bolso nem pra comprar papel higiênico, para utilizar enquanto assistiam a demolição dos galpões..

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Ao contrário do Arraial Flor do Maracujá deste ano, quando o governo estadual praticamente bancou todas as despesas, referente ao recolhimento de taxas, que até então, eram pagas pelos “BARRAQUEIRO”.

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A produção de uma Feira Agropecuária, é muito cara, já que não se trata apenas de montar Tendas ou Galpões para os expositores.

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Tem despesa com a contratação dos artistas (sertanejos em sua maioria), que se apresentam em cada dia de festa. Cachê altíssimo.

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Tem a premiação dos peões que participam do rodeio e não é barata não. Levando-se em consideração que o governo não pode cobrar ingresso, toda despesa deve ser por conta do dinheiro público

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Vamos ficar na torcida para que a nossa Feira Agropecuária volte a acontecer.

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Já o duelo na Fronteira com os CNPJS dos atuais grupos, fica muito difícil realizar. O Jobson sabe disso, assim como o deputado Dr. Neidson um incansável na luta pela volta do Duelo como bom torcedor do Boi Malhadinho.

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O Duelo só tem condição de voltar a ser realizado em Guajará Mirim, se o governo estadual ou a prefeitura da Pérola do Mamoré, incentivarem financeiramente duas novas ASSOCIAÇÕES DE BOIS BUMBÁS, que até podem ter como apelido “Malhadinho” e “Flor do Campo”. Com os CNPJs atuais, nada pode acontecer, já que os grupos estão impedidos de receber qualquer aporte financeiro do governo estadual, federal ou municipal.

 

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É como disse a respeito da Exposição Agropecuária de Porto Velho. Se for vontade política do governador de Rondônia a festa volta a ser realizada.

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Pois é, ontem o superintendente Jobson prestou contas perante o governador sobre a realização do Flor do Maracujá 2019.

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E também se reuniu com o secretário-chefe da Civil, Júnior Gonçalves, ao qual manifestou gratidão à Governadoria e a todos os demais parceiros que ajudaram a promover o arraial durante dez noites.


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Manifesto do PaCultura

Lido na Conferencia PVH 

Todas as pessoas e coletivos que trabalham com cultura em Porto Velho, lidam frequentemente com os desafios para desenvolver aqui, trabalhos artísticos. Neste viés, a tradicional inércia do poder público gestão após gestão, deixaram o fazer cultural praticamente à própria sorte, com seus atuadores individualmente e coletivamente, buscando formas de sobrevivência de maneira segmentada e precária. Como indivíduos ou grupos isolados trabalhando com cultura, cada qual restrito a seus afazeres, tenderemos à manutenção do atual cenário cultural de nosso município, com verdadeiro achatamento da nossa identidade.

O campo da política é um campo de disputa; nós que desejamos realizar cultura, precisamos ocupar espaços nesse embate, de forma unificada e organizada, nessa que é, uma disputa de território num campo subjetivo e ideológico pela busca de meios materiais e aparelhamentos para a produção cultural. Se a disposição para o embate permanecer predominantemente nula, tal disputa já estará perdida; é necessário despertar o desejo pela luta e travá-la coletivamente de forma ampla...


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Assim a atriz Sueli Rodrigues iniciou a leitura do Manifesto do Movimento PaCultura na abertura da Conferencia Municipal de Cultura no teatro Guaporé em Porto Velho.

A Conferencia contou em sua abertura, com as falas do Júnior Markis assessor do deputado Dr. Neidson e da carnavalescas Sicília Andrade assessora do deputado estadual Sargento Eyder Brasil; Reginaldo Cardoso presidente do Conselho Municipal de Cultura e do diretor de cultura da Funcultural de Porto Velho Eudes Claudino que representou o presidente Antônio Ocampo Fernandes.

Após os discursos de praxe o ativista cultural, advogado, músico, compositor Paulinho Rodrigues com os músicos Carlos Guery (teclado) e Bira Lourenço (percussão) se apresentou especialmente, cantando canções de sua lavra que falam das coisas culturais da nossa Porto Velho.

A professor de museologia da Unir Marcele Regina Nogueira Pereira proferiu palestras sobre “O Movimento de Memória”, chamando a atenção dos representantes das setoriais e dos órgãos oficiais para a necessidade de darmos continuidade aos projetos culturais que muitas vezes são prejudicados pela falta de continuidade.

Paulinho Rodrigues convidou ao palco o técnico da Funcultural de Porto Velho Altair dos Santos Lopes – Tata e procedeu a entrega da Minuta da Lei que deve substituir a ultrapassada Lei 435 de novembro de 2011, para ser analisada pelo senhor prefeito de Porto Velho que dispõe sobre o Sistema Municipal de Cultura de Porto Velho, seus princípios, objetivos, estrutura, organização, gestão, interpelações entre os seus componentes, implantação do Conselho Municipal de Politicas Culturais e Fundo de Politica Cultural, recursos humanos, financiamento e da outras providências.

A atuação do Movimento PaCultyura não é isolada; também não busca fins setorizados em sua proposição dado que sendo sociedade civil, estamos inseridos em um contexto mais amplo, assim como a própria cultura não está restrita em si mesma dado que existe como forma de expressão da subjetividade humana. Um movimento pela emancipação coletiva da humanidade pela sua própria cultura (Movimento PaCultura, 08 de agosto de 2019).  

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* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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