Porto Velho (RO) quinta-feira, 13 de maio de 2021
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Silvio Santos

Lenha na Fogueira com ônibus de graça e as Mulheres Refugiadas e Gastronomia


Lenha na Fogueira com ônibus de graça e as Mulheres Refugiadas e Gastronomia - Gente de Opinião

Lenha na Fogueira

 

O prefeito de Porto Velho Hildon Chaves acertou em cheio, ao destinar recursos que serão transferidos, gradativamente a Empresa de Ônibus que atende a população da cidade.

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De acordo com o que foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Porto Velho, a partir do próximo sábado dia 10, os usuários de transporte coletivo (ônibus) em nossa cidade, não pagarão nenhum centavo.

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De maio a julho o preço do passe será de apenas HUM REAL; de agosto a outubro DOIS REAIS e em novembro e dezembro apenas TRÊS REAIS.

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Caso essa medida não fosse tomada, com certeza, Porto Velho corria grande risco de ficar definitivamente sem contar com os serviços da Empresa que venceu a concorrência para prestar tal serviço em nossa cidade.

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Acontece que desde quando a Empresa passou a atuar por aqui, só tem acumulado prejuízo, pois, vem rodando sem passageiros. Aliás, no início, até bem pouco tempo, quase ninguém embarcava nos coletivos, atualmente a frequência de passageiros melhorou um pouco, mas, não chega nem perto do que era esperado. Isso vem causando prejuízo em cima de prejuízo.

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Nem os Dinossauros do Programa “Papo de Redação” da Rádio Parecis FM 98.1 conseguiram decifrar o porque da ausência de passageiros nos ônibus.

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Vou me arriscar nessa análise:

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Acontece que a população portovelhense, cansou de ser maltratada pelas empresas de Ônibus que atuaram em Porto Velho, desde o tempo que o Oscar Andrade monopolizava o setor e fazia o que queria, apesar de ter muitos carros.

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Quando a turma do Oscar deixou o ramo, as demais que conseguiram entrar na parada, pioraram a cada ano o respeito para com os usuários.

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Eram ônibus sem condições nenhuma, sem ar condicionado, com poltronas ‘esculhambadas’, carros sujos. Os portadores de necessidades especiais não tinham nem como embarcar.

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Até que chegou o prefeito Mauro Nazif e acabou com a festa, o que fez com que as “Empresas” parasse de atuar.

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Para cobrir a ineficiência das Empresas de Ônibus, criaram os Taxis Compartilhados que passaram a dividir a preferência do público com os Moto Táxis.

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Ora meus amigos, quando a atual empresa ganhou a concorrência e passou a atuar em Porto Velho, algumas decisões afastaram ainda mais, os usuários desse tipo de transportes;

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Primeiro porque mudaram os roteiros praticamente todas as linhas e depois, o passe foi considerado muito caro pelos usuários, mais de QUATRO REAIS.

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Ora meu amigo, você paga apenas CINCO REAIS para usar o Táxis Compartilhado onde usufrui de boa acomodação, ar condicionado e segurança garantida e fica muito mais perto do local onde vai.

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Quem é que vai pagar mais de Quatro Reais no passe de ônibus que com mais Setenta Centavos embarca num Táxis Compartilhado?

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Em suma: Com tanta falta de um transporte coletivos de boa qualidade, o que acontecia nas gestões anteriores a de Hildon Chaves, o povo desacostumou de andar de Ônibus, pois, passou mais de um ano sem contar com tal sistema de transporte o que fez com que passasse a utilizar o Táxi Compartilhado.

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O advento dos Táxis Compartilhados provocou inclusive, a queda nos preços da bandeirada cobrada pelos Táxis tradicionais. Eis mais um fator para o público deixar de andar de ônibus.

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É por isso que acho, que essa medida tomada agora pelo prefeito Hildon Chaves, deveria ter acontecido no início da atuação da atual empresa.

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Para acostumar a população a voltar a andar de ônibus. É a chamada formação de plateia, como a gente faz no teatro.

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Vamos ficar na torcida para que dessa vez dê certo. Parabéns prefeito!


PPKAST #14 aborda o tema Mulheres Refugiadas e Gastronomia

Lenha na Fogueira com ônibus de graça e as Mulheres Refugiadas e Gastronomia - Gente de Opinião

Na próxima sexta-feira, 09 de abril, o PPKast - podcast portovelhense produzido e apresentado por mulheres - destaca a situação de refugiadas, que deixaram seu país de origem e buscaram acolhimento em terras brasileiras, especialmente na Região Norte. Os motivos são inúmeros, desde dificuldade de acesso a alimentação, guerras, catástrofes naturais e até perseguições políticas.

 

Convidadas

 

O PPKAST #14 tem como convidada Cintia Bartolomeu, bacharel em história pela Universidade Federal de Rondônia, advogada, defensora e ativista dos direitos humanos, mãe e instrumentista. Busca, através do seu trabalho, assessorar mulheres que estão em busca de ajuda.

O episódio traz ainda a participação especial de Carol Zemuner, que além de apresentadora do PPKast, é advogada. Presta assessoria como voluntária de orientação jurídica para refugiados, na Cáritas Porto Velho, instituição que traça estratégias de acolhimento e projetos que possam dar suporte a refugiados, quanto a imigrantes.

 

Venezuelanos e haitianos

 

O fluxo migratório de refugiados na Região Norte teve maior volume a partir de 2010, após o terremoto catastrófico que atingiu o Haiti, causando a morte de mais de 100 mil pessoas e deixando pelo menos um milhão de desabrigados, além de feridos. Sem perspectivas de futuro no país de origem, muitos buscaram em outras terras uma chance de recomeço.

A crise política, econômica e humanitária na Venezuela motivou o deslocamento de milhares de pessoas que buscaram também no Brasil uma nova oportunidade, pois já não era possível nem ter acesso a alimentação e nem aos mínimo para subsistência. Inicialmente a principal porta de entrada foi Roraima, que faz fronteira com o país, mas outros estados da região Norte também começaram a receber essa população.

Nesse contexto, as mulheres foram as mais impactadas, pela vulnerabilidade a que são expostas, muitas com crianças pequenas e sem a devida orientação em terras brasileiras. Até a comunicação é afetada, pois muitas não falam língua portuguesa, além de terem que lidar com o choque cultural de outro país. Apesar de todas as dificuldades, contribuem com sua cultura, principalmente no que se refere a gastronomia, trazendo elementos dos seus países para o cenário local, numa troca de experiências enriquecedora.

          

Sobre o PPKast

        

O PPKast é um podcast portovelhense sobre feminismo, cultura, relacionamento e curiosidades do cotidiano. Produzido e apresentado por Carolina Zemuner e Izabela Lima, com direção de gravação de Virgínia Duan.

Este episódio integra o projeto fomentado com recursos da Lei 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc – por meio do Governo do Estado de Rondônia – Sejucel – 1ª Edição Marechal Rondon, eixo IV, item 4 – Podcast”

Todos os episódios estão disponíveis nas principais plataformas digitais. O acesso é gratuito.

 

Serviço:

 

Lançamento do episódio #14 do PPKAST – Mulheres refugiadas e gastronomia

Quando? 09/04/2021

Onde?

Youtube:

https://cutt.ly/zf9lHMY

Google Podcast

https://cutt.ly/7f9lLT0

Spotify:

https://cutt.ly/Kf9lBdW

Quanto? Gratuito

Redes sociais @ppk_ast

Classificação indicativa: 14 anos

Produção e Apresentação: Carolina Zemunere Izabela Lima

Direção e Edição: Virgínia Duan

Porto Velho – RO

E-mail: [email protected]  

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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