Porto Velho (RO) quinta-feira, 24 de setembro de 2020
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Gente de Opinião

Silvio Santos

Lenha na Fogueira 06/04


Para Refletir

Quando for amar...
Ame o mais profundo que puder...
Quando for falar, fale o que for realmente necessário...
Quando for sorrir, procure sorrir, com os olhos também...
Quando pensar em desistir, lembre-se da luta que foi começar, e não desista!
Quando quiser se declarar a alguém, faça isso sem medo do que essa pessoa pensará de você...
Quando sonhar, sonhe bem alto, bem longe...
Quando for partir, não diga "ADEUS”!
Diga que foi tudo maravilhoso...
Quando abraçar um amigo, abrace com todo carinho e lembre desse abraço por toda vida!
Quando precisar de ajuda, não se envergonhe de pedir socorro, sua humildade vale a vitória...
Quando sentir raiva de alguém, peça luz em oração para essa pessoa...
Quando tentar algo de novo na vida, tente pra valer, mude, arrisque-se viva intensamente...
Quando precisar de um amigo, lembre-se de mim, estarei aqui torcendo por você e pela sua felicidade!

N.R – Esta mensagem foi enviada por Ana Célia Santos

Hoje, Sexta-feira Santa para muitos é um dia muito especial.

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Na realidade os supersticiosos e os religiosos fanáticos, guardam a Sexta-feira Santa dentro do mais rígido capricho.

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Os fanáticos não admitem comer carne vermelha no dia de hoje, nem mesmo se fosse para receber um milagre.

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Como todos sabem, a Sexta-feira Santa é um dia sagrado para os católicos, porque representa o dia da crucificação de Jesus Cristo.
Neste dia os católicos não podem comer carne vermelha em respeito ao sacrifício de Jesus. Pois quando ele estava meditando no deserto, jejuava e não comia carne vermelha.

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Antigamente, aqui em Porto Velho...

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As casas conhecidas como de prostituição não abriam na Sexta-feira Santa.

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As prostitutas costumavam participar da procissão do Senhor Morto e era o único evento que elas participavam, no qual não eram xingadas.

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Tinha mais, Maria Eunice, Anita. Adelicia, Tambaqui de Ouro, Mãe Preta, Araribóia e Taba do Cacique só funcionavam a partir da meia-noite, ou seja, já no Sábado de Aleluia.

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A turma mais chegada nesses ambientes ficava na expectativa das badaladas da meia-noite.

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Só a partir desse horário era que o Carmênio começava a colocar música pra tocar.

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Na época, a Rádio Caiari, durante a Sexta-feira Santa só tocava música sacra.

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Os cinemas exibiam o filme MUDO, "Vida, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo".

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As sessões começavam no início da tarde e iam até a meia-noite com as filas dobrando quarteirão.

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A melhor programação pra rapaziada, era ir pra catedral e ficar paquerando as meninas do colégio Maria Auxiliadora, que eram obrigadas a participar da procissão do Senhor Morto, fardados.

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Os alunos do Colégio Dom Bosco também eram obrigados a participar da procissão, fardados e ainda tinham que pegar a assinatura do Padre Conselheiro que ficava na Sacristia da Catedral. Os faltosos eram punidos.

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A Banda de Música da Guarda Territorial por determinação do senhor governador acompanhava a procissão tocando os hinos sacros.

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A única coisa que animava a juventude, era o "roubar" galinha na noite de sexta para sábado.

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Certa vez a "curriola 40", uma turma formada por jovens metidos, da sociedade porto-velhense.

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Saíram para "roubar" galinha e marcaram encontro na esquina da Campos Sales com a Carlos, ali onde hoje fica o Colégio Classe "A".

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Quando já estavam todos reunidos, contando o produto de suas aventuras...

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O professor Enos Eduardo Lins, que morava do outro lado da esquina...

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Abriu a janela e com voz grave e grossa disse.

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VOCÊS ESTÃO ROUBANDO GALINHA NÃO É!

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A turma que estava distraída, se assombrou com o tom da voz do professor.

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E sem saber realmente de quem se tratava, pois a noite estava muito escura.

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Saiu em disparada rumo ao bairro Caiari e deixaram as galinhas ali mesmo.

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Passado alguns minutos, resolveram retornar para buscar as "penosas" e para não dizer que perderam a viagem, encontraram apenas um galo morto na calçada.

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E as lendas que nossos pais e avos nos passavam.

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Por exemplo, transar na Sexta-feira Santa nem pensar, Vira Caveira.

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Levantar o dedo para o pai ou a mãe, vira estátua.

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Por falar nisso, tem a lenda...

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O Homem que Comeu Frango na Sexta–feira Santa.

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Ataulfo era um fazendeiro mau que gostava de desafiar as tradições da sua região.

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Numa Sexta-feira Santa ele avisou a todos na vila que iria comer um frango.

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Então, as pessoas diziam a mesma coisa para Ataulfo:

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- Não faça isto que é pecado!

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Assim, ao meio-dia da Sexta-feira Santa, ele matou um galo, assou e quando foi dar a primeira garfada, o animal criou vida e voou para o telhado. Onde transformou-se em um Galo Rosa–dos–Ventos de Metal.

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Ainda bem que não foi no Galo-Da-Meia-Noite!
 

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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