Porto Velho (RO) quarta-feira, 15 de julho de 2020
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Silvio Santos

CORONAVÍRUS - Quem deve usar máscara? Pode ser de tecido? Tire dúvidas + Lenha na Fogueira


CORONAVÍRUS - Quem deve usar máscara? Pode ser de tecido? Tire dúvidas + Lenha na Fogueira - Gente de Opinião

Completando 8 dias de quarentena nesta quarta feira, dia 25 de março.

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Não estou como meu amigo e colega Anizinho que já sabe quantos passos leva da sala para a cozinha de sua casa.

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Não é fácil para quem se acostumou, a acordar todos os dias, desde quando se entende como gente, sabendo o que vai fazer e pra onde ir.

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Porém, como não podemos nos deixar levar pelo ostracismo, estamos aproveitando essa quarentena, por conta do coronavírus, para organizar um pouco as nossas coisas.

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Nesses oito dias, consegui recuperar algumas histórias minhas, que estavam esquecidas nos meios dos alfarrábios, esperando que um dia eu me lembrasse delas.

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E é o que estar acontecendo. Aliás, já estava decido, a organizar as coisas que fazem parte da minha história de vida, para mostrar numa exposição (que já está agenda), que será montada na Casa de Cultura Ivan Marrocos no mês de dezembro deste ano.

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Acontece que estou festejando neste ano de 2020, 60 anos da minha primeira composição musical, que foi uma Marchinha carnavalesca.

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Por isso, resolvi contar minha história musical e de vivencia, na referida exposição.

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Quando estive em férias no Rio de Janeiro no inicio deste ano, consegui achar e comprei, um gravador de MINI fita cassete, o que estava procurando fazia tempo.

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Agora na quarentena, passei a ouvir as fitas mine cassete (e são muitas), e já consegui recuperar algumas músicas que compus e gravei nessas fitinhas, que nem lembrava mais, inclusive a maioria permanece inédita, já que nunca as cantei em público.

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Encontrei samba enredo que compus para a escola de samba O Triângulo Não Morreu. Aquela dirigida pelo Armando Holanda – Periquito.

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Marchinhas que fiz para a Banda do Vai Quem Quer, algumas continuam inéditas, outras já não são mais executadas.

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Toadas de Boi Bumbá. Encontrei tudo nas fitinhas e ainda estou garimpando.

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Pois é, nem só de coronavírus vive a quarentena. Se você fizer como eu, procurando colocar em dia sua história de vida, com certeza será um grande ganho.

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O que ainda não me adaptei, foi com o acordar sem ter a preocupação de chegar ao trabalho, na hora certa e bater o ponto. Isso acontece há mais de 40 anos na minha vida.

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É como diz o dito popular: “Se não tem tu, vai tu mesmo”.

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Se não posso frequentar meu ambiente de trabalho fora de casa, estou aproveitando a oportunidade recuperando parte da minha história.

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Não esqueça, “É melhor prevenir; que remediar”

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Lave sempre as mãos com água e sabão e use álcool em gel.

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Que Deus nos proteja!


CORONAVÍRUS - Quem deve usar máscara? Pode ser de tecido? Tire dúvidas + Lenha na Fogueira - Gente de Opinião

CORONAVÍRUS

Quem deve usar máscara? Pode ser de tecido? Tire dúvidas

 

A expectativa do que está por vir com o aumento nos casos positivos do novo coronavírus no Brasil tornou comum encontrarmos pessoas utilizando máscaras cirúrgicas ao andar na rua (os que se arriscam, já que a recomendação é ficar em casa e sair apenas quando realmente necessário) —um costume que antes era observado com mais frequência apenas nos países asiáticos, onde muito usavam o acessório para se proteger da poluição. Mas a prática não é recomendada nem pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nem pelo Ministério da Saúde se você está saudável.

Quem deve usar máscara? E por quê?

"O uso da máscara só é justificado se você estiver com algum sintoma respiratório, pois aí evita que as gotículas que venham de tosse ou do espirro sejam espalhadas no ambiente", explica o infectologista Ivan Marinho, do Hospital Leforte, em São Paulo. Fora esse caso, ele diz, o uso não deve ser feito simplesmente porque não vai servir para nada — pode até facilitar a contaminação, já que muitas pessoas colocam mais a mão no rosto na tentativa de ajustar o acessório. "A máscara não vai proteger contra a contaminação e a pessoa ainda vai reduzir o volume do produto no mercado para quem realmente precisa, como os agentes de saúde", avalia o profissional.

Que tipo de máscara é mais recomendado para casos de coronavírus?

Desde que a pandemia chegou ao país, duas máscaras estão sendo bastante procuradas: a cirúrgica descartável, feita de um material chamado não-tecido e que é mais popularmente encontrada nas farmácias e deve ser usada por quem apresenta sintomas como febre e tosse, ou por quem está cuidando de pessoas doentes. E o modelo N-95, elaborada para profissionais de saúde, pois impede a passagem de partículas pequenas contaminantes, como os aerossóis (expelidos geralmente durante o processo de intubar ou aspirar o paciente.

Máscaras feitas de sacola plástica ou garrafa pet são permitidas?

Assim como aconteceu na China no auge da epidemia, o brasileiro resolveu improvisar criando máscaras com sacola plástica e até garrafa pet. No entanto, o uso de outros materiais para a confecção de máscaras não tem comprovação científica. Pior: sacolas plásticas, por exemplo, podem provocar sufocamento no usuário e, por isso, não são recomendadas. "O risco também existe em quem usa essas máscaras improvisadas", afirma o infectologista João Prats, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. "Não sabemos como fica a qualidade do ar e o nível de umidade próximo ao rosto durante o uso, o que pode facilitar o aparecimento de outras doenças.

Máscara de tecido comum é segura?

Nas redes sociais, há diversos vídeos ensinando a fazer máscaras de tecido comum (como tricoline) — uma ação supostamente apoiada após uma fala do ministro da Saúde, Luiz Mandetta, em que ele diz para usar a versão caseira ao sair de casa e poupar o estoque para os profissionais de saúde. Mas esse modelo não é seguro. O mesmo vale para colocar um lenço ou echarpe no rosto. Além de não estarem dentro dos padrões vigentes da Anvisa, o tecido não tem a trama fechada o suficiente para impedir a transmissão do vírus para o ambiente. "Além disso, a modelagem feita sem medidas específicas contribui para que o ajuste no rosto seja ruim, deixando a pessoa deixando a pessoa em risco de qualquer maneira", avalia o infectologista Leonardo Weissmann, conselheiro da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).

Pode lavar a máscara e usá-la de novo?

Não. A matéria-prima utilizada nas máscaras acaba se modificando quando é lavada, fazendo com que ela perca suas funções de proteção. A recomendação dos órgãos oficiais é utilizar o acessório por até duas horas, no máximo.

No caso dos profissionais da saúde, no entanto, a situação é mais delicada. Recentemente, temendo a escassez do produto, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia recomendou aos profissionais que, se necessário, reutilizassem as máscaras N-95 utilizando uma máscara cirúrgica comum por cima.

Em nota técnica posterior, a Anvisa não recomenda a prática, "pois além de não garantir proteção de filtração ou de contaminação, também pode levar ao desperdício de mais um EPI [equipamento de proteção individual], o que pode ser muito prejudicial em um cenário de escassez", diz o documento. No entanto, o próprio órgão afirma que, excepcionalmente, "em situações de carência de insumos e para atender a demanda da epidemia da covid-19, a máscara N-95 ou equivalente poderá ser reutilizada pelo mesmo profissional", desde que ela tenha sido retirada de forma a minimizar a contaminação.

Como deve ser feito o descarte da máscara?

Idealmente, como é um material com potencial de contaminação, a máscara se encaixa na categoria de lixo hospitalar e deveria ser destinada ao descarte específico. "Mas isso não é realista", afirma o pneumologista Elie Fiss, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Segundo ele, o correto é retirar a máscara evitando contato com a parte da frente e colocá-la em um saco plástico. Jogue em uma lixeira fechada e lave as mãos com água e sabão imediatamente após o descarte, evitando tocar em qualquer superfície.

Eu não tenho máscara. E agora?

Se você está saudável, o acessório não é necessário para manter você protegido. O mais importante é seguir as recomendações do Ministério da Saúde, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool em gel quando não for possível e permanecer em casa, saindo apenas quando realmente necessário. Mas se você estiver com sintomas de doença respiratória, o indicado é permanecer em casa em isolamento, sempre com pelo menos um metro de distância de outras pessoas. Se for tossir ou espirrar, usar a dobra do braço no rosto e nunca as mãos. (Fonte: UOL). 

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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