Porto Velho (RO) quarta-feira, 19 de junho de 2019
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Gente de Opinião

Silvio Santos

Beto Cezar e Junior Rodrigues no Vila Rica


Beto Cezar e Junior Rodrigues no Vila Rica - Gente de Opinião 
Neste sábado 1° de agosto a grande pedida em se falando de roda de samba é o show com os cantores Beto Cezar de Porto Velho e Junior Rodrigues de Manaus.

O show está marcado para começar as 19h00e além do Junior Rodrigues Beto Cezar convidou os sambistas locais Ernesto Melo, Walber do Cavaco. Waldison Pinheiro, Cristóvão Nascimento, Reginaldo Makumba, Silvio Santos, João Carteiro, Bainha, Toninho Tavernard e outros sambistas. “Na realidade o palco estará aberto para quem souber cantar samba”, disse Cezar.

Junior Rodrigues que também freqüenta o samba carioca em especial a “malandragem’ da Lapa onde se apresenta cantando samba de raiz. “O pessoal confunde samba de raiz com samba velho, nada disso, samba novo também pode ser de raiz”, comenta o cantor amazonense.

O samba no Vila Rica acontece a beira da piscina e sempre conta com as mais exuberantes sambistas de Porto Velho.

Samba Autoral

Outro evento que vai reunir os sambistas de Porto Velho, também vai acontecer neste sábado dia 1°, trata-se do Projeto da Escolas de Samba Asfaltão “Samba Autoral”. O Samba autoral começa as 14h00 no Bar do Calixto à rua Jacy Paraná esquina com a Brasília no bairro Nossa Senhora das Graças com os compositores apresentam ao público suas mais recentes composições no ritmo do samba de raiz. “Na última edição foram apresentados mais de 15 sambas inéditos”, disse o presidente da escola Asfaltão Reginaldo Makumba.


Lenha na Fogueira

O exercito brasileiro, em especial o de Rondônia, está comemorando os 50 anos de implantação do 5 ° Batalhão de Engenharia e Construção – 5° BEC.

Beto Cezar e Junior Rodrigues no Vila Rica - Gente de Opinião

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O 5° BEC foi criado justamente, para atuar no então Território Federal do Rondônia e tinha como uma de suas principais metas, manter o tráfego da BR 364 cuja construção, aconteceu graças ao desafio feito pelo governador Paulo Nunes Leal ao presidente da Republica Juscelino Kubitschek. “Presidente o senhor já construiu a estrada Belém/Brasil e Rio Grande do Sul/Ceará, porque não constrói o Outro Braço da Cruz ligando Brasília ao Acre?

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E então em 1966 a cidade de Porto Velho foi tomada por buzinas de carros e zuada de motor de máquina pesada de tudo quanto era tipo e marca. Soldados marchando como se fossem para a guerra (o que não deixava de ser). Era o 5° BEC chegando.

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A mulherada de “vida fácil”, que naquele tempo morava nos prostíbulos Mãe Preta, Tambaqui de Ouro, Anita, Tartaruga, Deusa, Adelicia e Maria Eunice correram para a 7 de Setembro festejando a garantia de melhores dias em seus faturamentos.

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As dondocas do bairro dos “categas”, imaginaram suas filhas casando com um dos oficiais da tropa que acabara de chegar. Era festa e mais festas cujos convidados especiais eram os graduados do Batalhão. De sargento pra cima era “oficial”.

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Só que eles chegaram e foram tomando posse de tudo que lhes era conveniente, muitos ferroviários foram convidados a desocuparem suas casas para ceder aos oficiais do 5° BEC.

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Desapropriaram (na marra) o Campo do Mario Monteiro e instalaram o quartel que ficou conhecido como REO.

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Vale salientar que a BR-364 já estava aberta desde 1960, faltava apenas sua manutenção, o que passou a ser feita pelo 5° BEC e assim mesmo precariamente.

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O acesso para o Campo do Mario Monteiro agora sede do Batalhão era apenas pela Rua Prudente de Moraes

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Então o BEC resolveu abrir a Rua Major Guapindaia que ia só até a José do Patrocínio que passou a se chamar rua Norte Sul que depois teve o nome mudado para Rogério Weber.

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Para isso desbastou o Alto do Bode e acabou com a Baixa da União e nesse rolo, foi também o Morro do Querosene e o Ramal São Domingos.

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Uma das coisas boas do 5° BEC foi a criação do Bairro da Liberdade para onde levou os moradores da Baixa da União e Alto do Bode.

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A pior ação do 5° BEC foi a erradicação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 1972.

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O pior disso tudo, foi que seus comandantes da época, mandaram jogar no rio Madeira várias peças (composições da Ferrovia), Transformaram um dos galpões num clube de festa (Cibec) e levaram a locomotiva 12 para o Pátio do Quartel (na REO).

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Abriram o primeiro supermercado de Porto Velho e assumiram o Ferroviário Atlético Clube,

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Eles não abriram a BR 364, mas, abriram a BR 425 que liga Abunã a Guajará Mirim mas, quem a asfaltou foi o empresário Isaac Bennesby quando prefeito de Guajará.

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Também concluíram a BR 319 (Hoje é 364) ligando Abunã em Rondônia ao Estado do Acre. Um dos seus mais “falados” destacamentos foi o de Manuel Urbano.

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Não sei até que ponto os portovelhenses pé no chão, os mais antigos (como eu), podem festejar os 50 anos do 5° BEC!

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Sei que os “categas" que viviam se deleitando com os canapés oferecidos no clube dos Oficiais do 5° BEC, estão felizes da vida contando a história glamorosa do Batalhão que acabou com o nosso maior patrimônio histórico, a EFMM. Parabéns!



 

Romances modernos que aproximam leitor

Diversos romances famosos trazem em seus formatos o amor impossível entre duas pessoas quase sempre diferentes como forma de persuadir e conquistar o público. Com histórias emocionantes e que dificilmente permitem uma identificação entre enredo e leitor, autores de clássicos como Jane Austen de Orgulho e Preconceito, Emily Brontë de O Morro dos Ventos Uivantes,Beto Cezar e Junior Rodrigues no Vila Rica - Gente de Opinião F. Scott Fitzgerald de O Grande Gatsby, Joaquim Manuel de Camargo de A Moreninha entre muitos outros, ainda conquistam diferentes gerações de leitores com histórias de amor atemporais e que inspiram cada vez mais novos escritores.

E é diante dessa inspiração que surgiram os romances atuais. Ganhando cada vez mais espaço na estante dos fãs do segmento e com linguagens e personagens cada vez mais comuns, a aposta desses novos escritores é aproximar o público do enredo, permitindo uma maior identificação entre as histórias e os leitores.

Dessa forma, um dos romances que, embasado nesses conceitos, está cativando cada vez mais leitores no País, é Padma, que trouxe no conteúdo a intensidade das clássicas histórias de amor com elementos modernos, além de abrir espaço para o sobrenatural.

Publicado pela Editora Novo Século, o romance da autora paulistana Kelly Hamiso traz a história de dois jovens de personalidades opostas que precisaram vencer diversas adversidades impostas pela vida para conseguirem ficar juntos.

Indo além dos aspectos de uma simples história de amor, Padma também traz uma religiosidade fictícia que foi disposta de forma fantasiosa através da personificação do bem e do mal. A autora se aventurou sem medo através do universo sobrenatural. Dominando uma narrativa extremamente descritiva, ela administrou com perícia os elementos de ação e drama que moldaram o enredo.

Sobre a autora

Kelly Hamiso nasceu na capital de São Paulo em 7 de setembro de 1978. Desde os treze anos (apesar de achar que foi muito antes disso) adora escrever, criar histórias e personagens, sempre compartilhando suas aventuras e seus amigos imaginários com sua melhor amiga Sheila.

Serviço 

Título: Padma

Autora: Kelly Hamiso

Editora: Novo Século 

Páginas: 511

Ano: 2014

Gênero: Ficção

Preço: R$ 39,90

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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