Sábado, 5 de julho de 2014 - 08h50
É verdade que os dois times sentiram o calor de um jogo que, iniciado as 13:00 horas, sob um sol forte, apresentava o termômetro marcando nada menos que 26º graus, o que, convenhamos, não estimula ninguém a correr muito. Mas, uma quarta de final é uma quarta de final e se espera que os jogadores façam das tripas coração para ganhar. Não foi o caso. Esforço e algum futebol até houve, porém, para o que se esperava das duas equipes foi um jogo decepcionante. A partida começou equilibrada, no entanto, os alemães tinham um pouco mais de controle de bola, ainda que as primeiras jogadas mais perigosas acabaram acontecendo a favor da França, que teve as melhores oportunidades desta etapa. Foi Benzema quem, aos 7 minutos, teve a melhor oportunidade, num passe de Valbuena, mas, chutou para fora. E, por castigo, aos 13 minutos na cobrança de uma falta Toni Kroos levantou na área para, de costas, Hummels desviar de cabeça com extrema força. A bola ainda bateu na trave antes de cair na rede. Depois foi só a administração do resultado com a Alemanha buscando esfriar o jogo tocando a bola. Embora, sob o ponto de vista de posse de bola e de oportunidades, tenha sido um jogo igual, e a França tenha tido mais finalizações, foi um jogo com feitio dos alemães. Eles estabeleceram, psicologicamente, e na forma de jogar, os rumos da partida. A França somente, uma vez ou outra, criava e, nestas oportunidades, sempre com Benzema ou Valbuena, as bolas pararam nas mãos de Neuer.
No segundo tempo se esperava que a França viesse com tudo para reverter o placar negativo. Não mudou, todavia muito, e os alemães tocando a bola levaram o jogo para onde desejavam e podiam controlar: uma partida morna e devagar. Os franceses bem que tentaram imprimir velocidade e buscar o empate sem inventividade e sem força, com esparsos espasmos de bom futebol, deixou o tempo passar dando três oportunidades para que os alemães pudessem ampliar. No fim do jogo, já na base do desespero, foram para cima sufocando os alemães, mas, não era o seu dia. Benzema teve a grande oportunidade de empate que foi parar, novamente, nas mãos de Neuer. Uma vitória do futebol simples, prático e até mesmo burocrático sobre a falta de criatividade e de força. Pela quarta vez seguida a Alemanha chega as semifinais. E, apesar do jogo medíocre, não se pode dizer que não tenha sido de forma merecida.
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