Domingo, 2 de agosto de 2009 - 14h37
UMA DECISÃO QUE SÓ TROUXE
DANOS PARA A COMUNIDADE
O Ministério Público entrou de sola na questão do trânsito de Porto Velho. E fez muito bem. Capital brasileira campeã em mortes nas ruas, causadas pelo número de acidentes que só se multiplica, por aqui a frota de veículos na cidade cresceu quase 20 por cento nos últimos cinco anos mas com sistema viário imutável, ou seja, do mesmo tamanho que era há muito tempo atrás. Aliás, o MP poderia se aprofundar também num outro ponto importante, que até pode ser, em parte, responsável por muitas das 124 mortes ocorridas no trânsito no ano passado. Há alguns anos atrás, no início da primeira administração de Roberto Sobrinho, uma decisão judicial mandou retirar das ruas todo o sistema de fiscalização eletrônica, que pelo menos ajudava a conter os alucinados, que não respeitam as leis e andam nas ruas como doidos. Aqueles mesmo que não diminuem a velocidade nem em frente às escolas. Sem controle, o trânsito piorou muito, até porque a decisão da época não determinou à Prefeitura que implantasse algum outro sistema de fiscalização. Foi uma das piores e mais danosas decisões contra os interesses da coletividade, até porque a suspeita de irregularidades no sistema de então nunca prendeu ninguém nem fez ninguém devolver dinheiro aos cofres públicos. Quem sabe o MP não poderia responsabilizar quem tomou tal decisão? Poderia até ser um exemplo para os que, de vez em quando, decidem esquecendo-se que a lei deveria proteger e não ser usada contra a população.
Fonte: Sergio Pires
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