Quarta-feira, 22 de setembro de 2010 - 06h57

UMA ELEIÇÃO IGUAL MARCA RETA DE
CHEGADA NA DISPUTA PELO GOVERNO
Definida a eleição presidencial, com Dilma Roussef chegando a mais de 30 pontos de vantagem sobre José Serra, seu principal adversário, na cor local todos os olhos se voltam para a acirrada disputa pelo governo rondoniense. A apenas onze dias do primeiro turno da eleição – poucos duvidam ainda que haverá segundo turno – chega-se à reta final com uma das mais equilibradas eleições da história de Rondônia. Com exceção de Marcus Sussuarana, que está no páreo apenas para marcar presença do seu PSOL, todos os demais candidatos não podem ser excluídos do páreo. Entre o quarteto que pode se considerar com chances, o que está em situação menos confortável é Eduardo Valverde, do PT. Com toda a sua experiência e o bom trabalho realizado como deputado federal, inclusive como coordenador da bancada estadual no Congresso, Valverde não cresceu como esperava e, pelo menos até agora, parece ter sido um pouco abandonado pela sempre atuante militância do seu partido, o PT. Restam três nomes, dois dos quais estarão no segundo turno. E um deles, Expedito Júnior, ainda depende da decisão do STF nesta quarta, para saber se fica ou não na corrida pelo governo.
Se Expedito permanecer no páreo, que é o que esperam seus companheiros e apoiadores, a disputa ferve. Será entre ele, João Cahulla e Confúcio Moura a grande corrida em direção ao turno decisivo da eleição. Se por acaso o tucano ficar fora, Cahulla e Confúcio é que, certamente, chegarão lá. É uma eleição complicada, disputada voto a voto, com os candidatos trabalhando ainda mais duro na reta final da disputa. Nenhuma previsão pode ser feita, nada aponta a vantagem de um e outro. Esse é o quadro de hoje, na eleição que promete ficar para a história da política de Rondônia. Agora, é só esperar. Falta muito pouco... Clique e lenha a coluna "Primeira Mão" do jornalista de Opinião Sérgio Pires
Fonte: Sergio Pires - ibanezpvh@yahoo.com.br
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