Domingo, 28 de março de 2010 - 08h04

Então, está combinado assim: Dilma é a favorita porque está em campanha há mais tempo e tem o aval de Lula, o presidente mais popular da recente história brasileira. Não há qualquer nome que possa aparecer na última hora com poderes para mudar esse quadro. Em relação à disputa presidencial, se não der uma grande zebra, nosso novo presidente vai trocar o terno e a gravata pelos vestidos de grife e pelo terninho básico.
Está se confirmando uma informação que essa coluna, fazendo jus ao seu nome, deu em primeira mão. O deputado estadual Tiziu Jidalias, cuja base eleitoral é Ariquemes, deve mesmo ser o vice na chapa liderada por João Cahulla na disputa pelo governo. O martelo está batido e só haverá mudança de planos caso ocorra o inesperado.
A idéia dos governistas é dividir o eleitorado de Ariquemes e região, de onde sai o prefeito Confúcio Moura para concorrer ao Palácio Presidente Vargas. Hoje, Confúcio é o nome que mais preocupa a ala cassolista. Tiziu entra na briga para não permitir que Confúcio saia sozinho como representante da região. A estratégia é essa.
O presidente da Assembléia, Neodi Carlos, ainda não confirmou oficialmente se vai mesmo entrar na disputa pelo Senado, ao lado de Ivo Cassol. O governador já tem o assunto como resolvido e só faltaria a definição oficial, que aconteceria nas convenções de junho ou julho. Neodi está recebendo desde já muitos apoios e incentivo para entrar na briga e deve falar sobre o assunto em breve.
Pelos lados da Assembléia, outra confirmação definitiva. O deputado Wilber Coimbra, do PSB, é o único dos atuais 24 parlamentares que não entra na disputa eleitoral de outubro. Embora jovem e com uma atuação na Assembléia até destacada, Wilber já comunicou que não vai disputar a reeleição. Com isso, se Neodi confirmar a corrida ao Senado e Tiziu na chapa de Cahulla, serão apenas três os atuais deputados que não estarão na briga eleitoral deste ano.
Embora em partidos que são da base aliada do governo Lula – o PT é o partido do presidente e o PP de Cassol também apóia a administração federal – por aqui petistas e governistas não se acertam de jeito nenhum. No encontro de Humaitá, nessa semana, Cassol se queixou à ministra Dilma que os petistas rondonienses estariam atrapalhando as obras do PAC em Porto Velho.
Liderado pelo sempre combativo procurador geral Reginaldo Trindade, o Ministério Público Federal entra na briga contra a corrupção no Estado. Nessa semana, o MPF participou de reunião para criação de chamada “Rede de Controle da Gestão Pública”, um grupo de combate à corrupção no Estado de Rondônia.
Como é do seu feitio, ao falar sobre o assunto, Reginaldo Trindade, sempre polêmico, não usou meias palavras. Disse, segundo texto distribuído por sua assessoria: “Os criminosos estão cada vez mais organizados e mais aperfeiçoados na 'arte' de cometer infrações. É imprescindível que os órgãos de controle também se organizem, em igual ou maior proporção para combater este mal”.
Fonte: Sergio Pires
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