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Gente de Opinião

Sergio Pires

Primeira Mão - 05/05/09


Primeira Mão - 05/05/09 - Gente de Opinião 
NÃO ESTÁ NA HORA DE MUDAR
A LEI QUE AINDA NÃO “PEGOU”? 

Tem leis boas e leis ruins. Leis que “pegam” e as que “não pegam”. Num país tão complexo como o Brasil, uma das funções importantes do Congresso Nacional, caso deputados e senadores trabalhassem mesmo pelos interesses nacionais, seria mudar as leis que não funcionam. Mas, na extrema comodidade deles, sempre voltados aos próprios umbigos e interesses, nada se faz. Um caso concreto é o do Estatuto da Criança e do Adolescente. Pouca coisa funciona nela no mundo real. A não ser dar emprego a conselheiros tutelares, que defendem o Estatuto com unhas e dentes, também só pensando em si e não no Brasil. E algumas outras exceções. Os exemplos de que a atual legislação só protege os menores criminosos e não a sociedade estão estampados todos os dias em todas as cidades brasileiras. Por exemplo: a criminalidade está chegando às escolas. Também em Porto Velho. O problema só aumenta e não há uma solução imediata e dura. Em outros estados, os alunos-marginais apavoram seus colegas e professores. Aqui ainda é possível controlar a situação. A questão fundamental todos sabem qual é: bandidos “dimenor” fazem o que bem entendem, agridem, traficam drogas, roubam, matam e ninguém pode fazer nada. A não ser a absurda e risível “apreensão”, que não serve para nada. Enquanto não houver lei nesse país que não seja a que defende bandidos, o quadro só tende a piorar.

 

DESPREPARADOS

A questão da gripe A, que era a gripe suína e não é mais, parece preocupante mas não tanto quanto se desenhava no início. Ela deixa, contudo, mais uma lição. Não estamos preparados para enfrentar doenças novas, mesmo neste mundo moderno, globalizado e com tantos avanços da Medicina e da Ciência.

 

MICROSCÓPIO

Qualquer risco de epidemia não é mais localizado. Pode transformar-se em poucos dias numa pandemia, atingindo a todo o Planeta. O homem avança, vai ao espaço, cria novas tecnologias mas ainda perde feio para seres microscópicos, como vírus e bactérias. Neste quesito, ainda estamos engatinhando e nos apavoramos todos os dias.

 

ILESO

Os adversários do governador Ivo Cassol torcem, torcem e torcem para que ele seja afastado pelo TSE. É só torcida mesmo, porque o caso, que deve ser julgado ainda este ano, colocará as coisas nos seus devidos lugares e Cassol sairá ileso. Para desespero dos (poucos) críticos, que sabem que, pelas urnas, jamais conseguirão atingi-lo.

 

POVÃO

Nos últimos dias, em novas andanças pelo interior, Cassol  foi alvo de homenagens, aplausos e agradecimentos. E não foi por esse ou aquele líder apenas. O povão foi às ruas, por onde andou o governador, para cumprimentá-lo. Ou seja, quem se habilita a enfrentar a popularidade de Cassol?

 

NA TEORIA...

As duas vagas ao Senado, segundo se ouve todos os dias, estariam garantidas para Cassol e Valdir Raupp. Teoricamente sim, poucos duvidam de que isso seja verdade. O problema é que eleição é como cabeça de juiz: nunca se sabe o que vai sair. Portanto, nada de comemorar antes...

 

FERVILHANDO

Na Assembléia Legislativa, um dos temas preferidos continua sendo a provável pré-candidatura de Neodi Carlos ao governo. Ele não abre o jogo e diz que apóis João Cahulla, o preferido do Governador até agora. Mas o assunto fervilha em todos os encontros de salas fechadas na ALE.

 

FROTA

Ficou para esta terça a entrega dos primeiros sete novos ônibus que entraram para a frota do transporte coletivo municipal. Na outra semana, mais sete deverão ser entregues, totalizando os primeiros 14 de um total de 40 que serão colocados à disposição da Capital até o final do ano. 

 

MERECIDOS

São mais que justos os elogios que o prefeito Roberto Sobrinho e sua equipe receberam nos últimos dias pela inauguração do Parque da Cidade, localizada nos fundos do Porto Velho Shopping. É uma obra de grande vulto, com uma área de mais de 55 mil metros quadrados e que será muito bem aproveitada pela comunidade.

 

JOGO DE CENA

A Câmara Municipal de Porto Velho fez alarde, anunciou projetos, realizou reuniões e no final das contas, tudo ficou como antes. Os vereadores já sabiam que nada poderiam fazer no caso dos mototaxistas que queriam ser regularizados via vereadores. Só uma lei federal pode mudar a situação de ilegalidade deles. E a lei até agora não saiu.

 

MALANDRAGEM

Temendo ficar à margem do assunto e tentando agradar os taxistas, alguns vereadores usaram de malandragem. Mesmo sabendo que nada poderiam fazer, tentaram se apresentar como autores do milagre de fazer com que uma lei municipal se sobrepujasse à federal. O tiro pode ter saído pela culatra. 
 
Fonte: Sergio Pires /
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